Qualidade de vida, faça a sua parte
Mais do que um jargão dos tempos modernos, desgastado pela mídia e pelas propagandas dos mais variados produtos e serviços, qualidade de vida é uma escolha que compreende uma simples e profunda decisão: ser ou não ser feliz.
O tempo passa impiedoso enquanto delegamos ao poder público o nosso bem-estar; reclamamos do poder privado; lamuriamos pelo comportamento de nossos pares, sejam eles vizinhos, colegas, consorte, chefe, subordinado ou sócio; vitimamo-nos pelas mazelas sociais e pelo ritmo dos centros urbanos; adoecemos com sintomas de esgotamento e cansaço; suspiramos suplicando por mais tempo, dinheiro e realização; delegamos ao futuro a possibilidade de um dia viver melhor.
Aprimoramos nossa qualidade de vida quando optamos por fazer a nossa parte. Quando assumimos a responsabilidade de nortear o leme da nossa existência, tornando-nos autores da nossa história.
Não precisamos morar no topo de uma montanha, nem na praia ou no campo, abstrairmo-nos da civilização ou fugir da tecnologia, ao contrário, podemos vivenciar todas as oportunidades dos centros urbanos, desfrutar do capitalismo inteligente e contribuir com uma sociedade melhor, tornando-nos indivíduos mais atuantes, realizados, prósperos e alegres, exemplos de quem têm qualidade de vida.
Entretanto, toda e qualquer mudança depende de uma reeducação. Um método para recondicionar o corpo, as emoções, os pensamentos a fim de ampliar a auto-suficiência, a auto-estima e a integridade.
Como profissional do Método DeRose, uma prosposta de life style coaching, e consultora de qualidade de vida, quero compartilhar algumas dicas para viver melhor. Descomplicar a existência com atitudes que podem desafiar e mesmice e tornar aquela mesma enfadonha rotina, mais descontraída e agradável.
Hoje vou catalogar oito fatores que considero essenciais à qualidade de vida:
- Mens sana in corpore sano. Inquestionável a atualidade deste provérbio latino. Cultivar um corpo em forma é essencial para nos sentirmos mais dispostos, confiantes e ativos. Para tanto, sugiro a execução de movimentos biológicos que deixem seu corpo mais flexível, forte, saudável e belo.
- Respirar melhor é viver melhor. Esse simples ato biológico é capaz de ampliar a longevidade, a revitalização dos tecidos e a regeneração celular, incrementando mais vitalidade em nosso corpo. Através de um aprofundamento da respiração gerenciamos as nossas emoções e ações, atenuando os níveis de stress.
- Somos aquilo que ingerimos. Além de ampliar a saúde e a lucidez, uma alimentação mais seletiva, energética, saborosa, perfumada e colorida é capaz de inserir sofisticação, deleite e arte nos momentos mais corriqueiros. “Os alimentos não são bons apenas para comer, mas também para se pensar” Claude Lévi-Strauss.
- Concentração e descontração. Alinhar esses dois fatores é uma excelente forma de aprimorar nossa qualidade de vida. Concentração e descontração não são conceitos antagônicos. Podemos ampliar o nosso foco e a nossa performance no trabalho, nos estudos, nos esportes, colocar toda a atenção e empenho naquilo que energicamente realizamos com esmero, zelo, dedicação e, ao mesmo tempo, preservar uma atitude descontraída que se reflete no bom humor e otimismo.
- Estabilidade emocional e financeira. Formando um verdadeiro círculo virtuoso, as mudanças internas refletem nas externas. Quanto mais maturidade e estabilidade emocional conquistarmos, maior a prosperidade financeira, essencial para vivermos com dignidade e construirmos um mundo melhor.
- Gerenciar conflitos e eliminar as brigas. A boa educação e o respeito descomplicam os relacionamentos que devem ser, a cada dia, mais polidos e autênticos.
- Civilidade, educação e pró-atividade são reflexos de uma boa cultura baseada em valores éticos e humanitários. A possibilidade de contribuir, servir e ofertar incrementa a nossa vida de propósito e qualidade. “Muito perde quem nada tem: a oportunidade de dar” DeRose.
- Auto-suficiência: reflexo do auto-estudo, da auto-superação e da auto-entrega. Por si só esses conceitos já dizem muito. Explaná-los em profundidade ficará para uma nova ocasião.
Pelo momento, basta o convite de aprimorarmo-nos como indivíduos comprometidos com uma vida gostosa de ser vivida, com alegria destemida digna daqueles que são confiantes e aptos a tornar o mundo melhor.
Extraído do blog por Fernanda Monteforte.
Doação de medula óssea no DeRose Festival SP 2010
No último final de semana ocorreu o DeRose Festival São Paulo 2010, evento que reunião mais de 500 entusiastas do Método DeRose, entre professores, instrutores e alunos. Durante o evento aconteceu em paralelo uma campanha para cadastramento e coleta de amostras para doação de medula óssea. Mais de 300 pessoas se cadastraram, um sucesso!
Assista o vídeo do repórter global Chico Pinheiro encorajando os participantes do evento para se cadastrarem:
Entrevista com DeRose no Amaury Jr. hoje
Vai ao ar hoje, à partir da meia noite, entrevista gravada com o DeRose para o programa Amaury Jr., da Rede TV. A entrevista foi gravada no DeRose Festival São Paulo 2010, evento que reuniu mais de 500 pessoas no hotel Estância Atibainha para diversos cursos, reuniões, palestras e atividades relacionadas ao Método DeRose.
DeRose por ele mesmo
O ego e o SwáSthya Yôga
As modalidades de Yôga que se tornaram mais conhecidas nos últimos séculos eram do tronco medieval (Vêdánta-Brahmáchárya). Uma característica dessa linhagem é o esforço para aniquilar o ego. Isso confunde muito os praticantes (e até instrutores) do tronco Pré-Clássico (Sámkhya-Tantra), pois esse conceito está bastante difundido na Índia de hoje e na literatura que proveio de lá. Como estudiosos que são, nossos adeptos travam contato, de alguma maneira, com a bibliografia que prega a aniquilação do ego e mesclam-na inadvertidamente com a proposta do SwáSthya Yôga. Então, vamos esclarecer o estudante sobre como a nossa linhagem interpreta isso.
Quando alguém nos desagrada, a atitude mais primária é querer livrar-nos da pessoa, ao invés de administrar o relacionamento e torná-lo produtivo. Quando um animal é indomável, a solução primitiva é castrá-lo. Assim fazem os Vêdánta-Brahmácháryas com o ego.
Nossa estirpe, 4.000 anos mais antiga, tem outra opinião. Nós entendemos que o ego é uma ferramenta importante do ente humano. Não queremos acabar com o ego, ao contrário, nosso método de trabalho atua no sentido de reforçar o ego para poder utilizar sua colossal força de realização.
Sem ego não há criatividade, combatividade, arte ou beleza. E mais: a maioria dos que declaram que o ego é isto, que o ego é aquilo, são hipócritas porque manifestam muito mais ego que os outros; frustrados por não conseguir eliminá-lo; ou mal intencionados por utilizar esse argumento para manipular seus seguidores.
Anular o ego seria como castrar um animal de montaria e depois utilizá-lo, caminhando cabisbaixo, sem libido. Trabalhar o ego equivale a domar e montar um cavalo andaluz inteiro, fogoso, orgulhoso, com sua cabeça erguida e suas passadas viris. Você é o Púrusha, sua montaria é o ego. Você prefere montar um pangaré derrotado ou um elegante garanhão?
Castrar o ego seria fácil demais. Domá-lo, isso sim é uma empreitada que requer coragem e muita disciplina. Eliminar o ego corresponde à covardia e fuga perante o perigo. Adestrá-lo denota coragem e disposição para a luta.
O SwáSthya Yôga, nome moderno do Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, quer que você não seja castrado. O SwáSthya reforça sua libido e o seu ego. Em seguida, canaliza essa força resultante para fins construtivos. Ter ego não é o problema. Tê-lo deseducado, selvagem, incivilizado, criador de casos e de conflitos com as outras pessoas, esse é o grande inconveniente. Basta não nos esquecermos de que devemos mandar nele e não o contrário.
Portanto, no lugar de envidar esforços para destruir, vamos investir em algo construtivo. Nada de destruir o ego. Vamos cultivá-lo, com disciplina e a noção realista de que precisamos dele para a nossa realização pessoal, profissional e evolutiva.
Já está na hora de sabermos converter energias negativas em positivas, como no quadro abaixo:
| POSITIVO (utilize:) | NEGATIVO (no lugar de:) |
| Amor | Paixão |
| Zelo | Ciúme |
| Erotismo | Luxúria |
| Raiva | Ódio |
| Orgulho | Vaidade |
| Ambição | Cobiça |
| Admiração | Inveja |
| Precaução | Medo |
| Agressividade | Violência |
| Sinceridade | Franqueza (crudeza) |
| Prosperidade | Opulência |
| Diplomacia | Hipocrisia |
| Liberdade | Anarquia |
| Disciplina | Repressão |
| Sugestão | Crítica |
| Colaboração | Reclamação |
Sim, a coluna da esquerda apresenta alguns sentimentos que nossa cultura judaico-cristã considera depreciativamente. Contudo, a raiva constrói. A agressividade educada conduz à vitória. Dessa forma, eliminando o ego, o erotismo, a raiva, o orgulho, a ambição, a agressividade, todos os tratores do sucesso são igualmente eliminados.
No SwáSthya não queremos lidar com fracassados. Queremos gente forte, com um ego poderoso, mas educado.
A Lenda do Perfume Kámala
Conta a lenda, que Muntaz era uma das esposas de um poderoso Maharája do Norte da Índia. Desalentada, via que seu senhor manifestava preferência pelas outras mulheres enquanto ela era rejeitada, apesar de procurar conquistar o coração do Rei, fazendo-se graciosa e tentando servi-lo da melhor maneira. Mas nada adiantava. As outras deviam ser mais adestradas nas artes do amor e colhiam os benefícios da satisfação do Marajá.
Certo dia, Muntaz procurou um perfumista real para que lhe preparasse uma essência a fim de ajudá-la a aprisionar o coração o Rei. O perfumista real, súdito daquele soberano, recusou-se a ajudá-la, temendo as conseqüências, caso fosse descoberto.
Muntaz, tomada de desesperança, recolheu-se às funções secundárias das esposas menos importantes e passou a ter muito cuidado coma as suas ações, pois os reis costumavam mandar matar as esposas inconvenientes.
Assim, ocupou-se da arte da perfumaria, tida em alta conta nas cortes indianas de antanho. Além dos incensos, era muito apreciada a utilização de fontes de chafarizes que, ao invés de água, jorravam água de colônia, para deleite do monarca e seus convidados.
Tempos depois, o rei foi visitado por nobres portadores de oferendas ao Maharája, constituídas pelas mais sutis fórmulas de todo o mundo, inclusive da Europa. Muntaz foi encarregada de servi-los, como anfitriã e de aprender o que pudesse para aprimorar sua função.
O perfumista-mor da caravana, homem idoso, cuja experiência o tornara observador de invejável acuidade, dirigiu-se a Muntaz e perscrutou:
- Alteza, notei que o coração de certa dama da corte está triste pela falta de retribuição do amor que devota ao seu esposo.
- Caro senhor, sua acutilância pode pôr em risco a privacidade desta dama – respondeu a desditosa consorte com indisfarçável tristeza.
- Asseguro-lhe que esse risco ela não correrá, porquanto posso ajudar tal senhora com toda a discrição.
Ouvindo essas palavras os olhos de Muntaz traíram a curiosidade, o desejo e a esperança. O ancião percebeu e sentiu-se encorajado a prosseguir:
- Uma das mais bem guardadas fórmulas que trago na memória, é a do perfume denominado Kámala. Seu aroma poderoso é capaz de despertar a paixão do homem e da mulher, estimulando o desejo dos dois parceiros tão intensamente, a ponto de restabelecer os fluidos vitais dos homens impotentes e das mulheres frígidas. Esse secreto perfume foi elaborado originalmente com o objetivo de aumentar a energia das pessoas para despertar nelas a força da criatividade, da sensibilidade e do dinamismo para o trabalho intelectual. Mas os antigos observavam que sob sua ação surgiram as outras manifestações que enriqueciam a vida amorosa. Foi aí que batizaram com o nome Kámala, que significa flor de lótus. Vou lhe ensinar essa fórmula para que Vossa Alteza possa auxiliar a dama em questão, ou qualquer outra pessoa que o necessite.
Depois de ouvir tudo isso, Muntaz não podia recusar a oferta. Disse-lhe, então o sábio perfumista:
- É preciso utilizar os mais fortes fixadores da natureza, para que este óleo fique tão impregnado no corpo a ponto de exalar o seu perfume por muitas horas e até dias. O âmbar, o civete e o almíscar conferem-lhe o fascíneo da sensualidade. Por outro lado, o sândalo, a alfazema e a rosa de boa procedência proporcionam a nobreza, a delicadeza e a nota romântica do buquê. Isto é um grande segredo da perfumaria oriental, que o ocidental ainda desconhece. Depois é só ir temperando com mais estas dezessete essências naturais, até ficar bem aveludado e macio. Finalmente o Kámala deve ser posto a envelhecer num recipiente de cristal, cuja tampa precisa permanecer lacrada por um ano, guardado em local fresco e ao abrigo da luz. Só depois desse tempo, pode ser utilizado. Mas atenção: a fórmula tem que ser preparada em noite de lua crescente e só deve romper o lacre numa noite da mesma lua.
Muntaz fez exatamente como lhe havia sido ensinado. Um ano depois, muito emocionada, abriu o frasco. A fragrância invadiu seus aposentos. Conforme as instruções do velho perfumista, Muntaz resistiu à tentação e usou apenas três gotas na palma da mão, esfregou as mãos e, com elas seu pescoço, colo e cabelos. Nessa noite, propositadamente, foi levar os quitutes ao Maharája. Este, ao sentir o perfume inebriante, parecer notá-la pela primeira vez em tantos anos. Pediu-lhe que ficasse e sentasse junto a ele. Perguntou-lhe porque haviam-se distanciado e confessou-lhe o desejo de estar mais tempo em sua presença.
Assim, dia após dia, Muntaz foi conquistando o coração do Rei, até que, finalmente, ele ficou loucamente apaixonado por ela e não se interessava mais pelas outras mulheres.
Conta-se que quando Muntaz morreu, o Maharája mandou construir um mausoléu enorme e lindíssimo em mármore branco, como jamais houve outro igual em toda Índia. E que, no palácio, encheu seus aposentos de espelhos dispostos de maneira que, onde quer que ele estivesse, pudesse vê-la em sua última morada. Hoje, repousa ao lado dela, realizando suas juras de amor eterno.
Esta lenda é apenas um conto escrito por este autor, inspirado na belíssima história do Taj Mahal.
O Kámala trata-se de uma fórmula desenvolvida por nós e torna-se oportuno informar que nenhum fixador de origem animal que exija sacrifício, é utilizado na confecção deste perfume.
DeRose
Conto extraído do livro Tratado de Yôga, da Editora Nobel.
Um Yôga que não é Zen
Nosso trabalho não é “zen”*. Nossos alunos e instrutores são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, cientistas, universitários, artistas plásticos, escritores, intelectuais e atletas. Nenhum deles é adepto de seitas ou modismos “zen”. Atuamos com profissionalismo, pagamos nossos impostos, participamos de ações sociais e estamos inseridos na sociedade como qualquer outra pessoa. Basta olhar – sem preconceito! – para um dos nossos praticantes e constata-se que ele não tem nada de “zen”. Aliás, todos nós lamentamos a desinformatite quando lemos uma matéria jornalística e encontramos alguma referência discriminatória que nos classifica aleatoriamente como “zen” sem que tenhamos dado motivo algum para essa generalização.
Em novembro de 2005 um importante jornal carioca noticiou que o restaurante Doce Delícia, do Leblon, estaria inserindo no cardápio um prato intitulado Strogonoff DeRose. Sem mais pensar a respeito, o texto passas a declarar: O Strogonoff Zen (que leva parmesão, mozarela e provolone ao molho cremoso de tomate, noz-moscada, champignon e palmito) foi criado em homenagem a Mestre DeRose [...]”. De onde o estimado jornalista tirou a qualificação “zen”? Será que algum daqueles queijos era naturéba? Será que era o molho de tomate, o champignon, o palmito? Ou será que era por ser em homenagem ao Mestre DeRose, que tem seu nome associado ao Yôga e o redator já havia decidido que sendo Yôga tem que ser “zen”e está acabado?
Na mesma semana, a maior revista do país publicou sobre nós uma belíssima reportagem que começa assim: “O agito na Praia de Ipanema vai abrir espaço para uma prática zen { …}”. Como assim? Não era uma prática “zen”! Era uma prática de SwáSthya Yôga, a modalidade mais avessa a atitudes estereotipadas e a comportamentos esquisitoides.
Na mesma semana, um dos mais importantes jornais de São Paulo publicou a matéria intitulada Yôga com Elegância, a respeito de um livro meu. A matéria foi bem escrita e extremamente simpática. Mas…quando Menos se espera, saído do nada, leio “Yôga são boas maneiras, simplifica o Mestre DeRose, ao ser perguntado {…} sobre o que, afinal, o milenar sistema filosófico e ritualístico indiano tem a ver com etiqueta”. Como assim ritualístico? De onde saiu essa dedução? Eu não disse nada que pudesse induzir a tal interpretação, nem encontrei essa palavra em nenhum dos meus 22 livros. É que sendo Yôga cai imediatamente na caixa preta, num drive com defeito de formatação.
Tudo isso ocorreu na mesma semana, e três das mais importantes publicações jornalísticas do país, escritas pelos mais informados jornalistas. Conclusão: é preciso fazer alguma coisa, é urgente tomar alguma providência para esclarecer a opinião pública de que o Yôga, ou pelo menos o SwáSthya Yôga, não tem nada de “zen” e não se encaixa em nenhum estereótipo ou modismo contemporâneo.
*Zen é uma variedade do budismo especialmente desenvolvido no Japão. Não tem nad a ver com o Yôga nem com a Índia. Budismo é uma religião. Yôga é classificado como filosofia. O Budismo é uma heresia do hinduísmo. O Yôga é um dos seis dárshanas, pontos de vista formais do hinduísmo. Logo, por extensão, o budismo poderia ser interpretado como uma heresia perante o Yôga hindu. Se analisarmos por esse lado já percebemos que é uma contradição qualificar o Yôga como Zen. Contudo, se quisermos invocar a gíria que denomina “zen” qualquer coisa que seja oriental, estranha, naturéba, alienada, caricata, pior ainda.
O Método DeRose
O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma.
Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da consciência e ao autoconhecimento.
Precisamos esclarecer que o foco do Método não é oferecer benefícios, uma vez que cada um tem suas expectativas pessoais e seria inadequado afirmar que poderia suprir a todas. Os eventuais resultados são apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.
DeRose explica que os fundamentos da proposta cultural concebidas pelo Método vem sendo difundidos há mais de cinco décadas.
O Método aponta os mecanismos para se obter uma boa qualidade de vida, objetivo perseguido pela maioria dos profissionais nos dias de hoje. Por meio de reeducação comportamental, uma alimentação saudável, boas relações humanas, boa forma e boas maneiras pode-se conseguir a otimização da vitalidade, produtividade e administração do stress.
Graças ao alcance de sua proposta, o Método DeRose transformou-se em mais do que simplesmente um curso e passou a constituir uma cultura, um estilo de se viver. Seu aspecto fundamental é o alcance do bem-estar pessoal. Para atingir essa meta, diversas ferramentas são utilizadas, entre elas, técnicas respiratórias, técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, além de procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.
O Método foi desenvolvido e é indicado para adultos jovens em uma faixa etária que vai dos 18 aos 58 anos.
É praticado em várias partes do Brasil, Argentina, França, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal e Estados Unidos.
Reportagem do programa Amaury Jr.
Esta foi a reportagem feita por Laura Wie, do programa Amaury Jr., sobre o DeRose Festival São Paulo 2010. Durante o evento ocorreu em paralelo uma campanha para a doação de medula óssea, organizada pela AMEO: