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	<title>Método DeRose Ribeirão Preto &#187; Características</title>
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	<description>Primeira escola credenciada do Método DeRose em Ribeirão Preto. Aulas práticas de SwáSthya Yôga para iniciantes e avançados. Segunda a sexta das 10h às 20h; aos sábados, das 9h às 13h. Av. Itatiaia, 770.</description>
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		<title>Axiomas do Método DeRose</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 13:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação. Não acredite. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/axiomas-metodo-derose/">Axiomas do Método DeRose</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.</p>
<ol>
<li>Não acredite.</li>
<li>Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.</li>
<li>Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.</li>
<li>Deixar recado não funciona.</li>
<li>Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.</li>
<li>Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.</li>
<li>Nada é aquilo que parece ser.</li>
<li>Tudo é relativo.</li>
</ol>
<p>Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).</p>
<p>Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão. <em><strong>[Espero que o Joris tenha razão!]</strong></em></p>
<p>Via Blog do DeRose.</p>
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		<title>O Brasil está exportando cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 13:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coisa mais rara é a Europa comprar cultura do Brasil. Tivemos um filósofo brasileiro, falecido na década de 1980, que era um verdadeiro gênio. Seu nome, Huberto Rohden. Escreveu mais de 60 livros, traduziu o Novo Testamento, traduziu também a escritura indiana Bhagavad Gítá. Quando jovem ele esteve na Alemanha e, na época, escreveu [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/brasil-exportando-cultura/">O Brasil está exportando cultura</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metododeroserp.org/wp-content/uploads/2010/04/exportacao21.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-full wp-image-1295" title="O Brasil está exportando cultura" src="http://www.metododeroserp.org/wp-content/uploads/2010/04/exportacao21.jpg" alt="exportacao21 O Brasil está exportando cultura" width="242" height="279" /></a>A coisa mais rara é a Europa comprar cultura do Brasil. Tivemos um filósofo brasileiro, falecido na década de 1980, que era um verdadeiro gênio. Seu nome, Huberto Rohden. Escreveu mais de 60 livros, traduziu o Novo Testamento, traduziu também a escritura indiana Bhagavad Gítá. Quando jovem ele esteve na Alemanha e, na época, escreveu um livro de filosofia em alemão impecável. Enviou a obra a um editor que a aceitou <em>incontinenti</em>. Mandou chamar o autor para firmar contrato de edição. No entanto, quando Rohden abriu a boca o editor percebeu tratar-se de brasileiro e voltou atrás, recusando-se a editar o livro. “De brasileiros nós não compramos cultura. Só compramos café”, disse o preconceituoso germânico.</p>
<p>Pois esse panorama está mudando graças, em grande parte, à atuação da Universidade de Yôga, fundada no Brasil em 1994. Na verdade, esse trabalho já vem sendo desenvolvido na Terra de Santa Cruz há mais de 50 anos, sendo 30 junto às Universidades Federais e Católicas de vários estados. A Uni-Yôga é cada vez mais respeitada lá fora, e hoje Brasileiros estão sendo convidados sistematicamente para ir ensinar a nossa Reeducação Comportamental na União Européia.</p>
<p>O que proporcionou seu tão expressivo crescimento no Brasil e aceitação no resto do mundo foi o fato de que a Uni-Yôga ensina uma modalidade diferente que não se enquadra nos estereótipos. Quem não conhece o assunto a fundo, supõe tratar-se de uma novidade. Ao contrário, é uma antiguidade. Só é novo para quem desconhecia essa proposta de resgate do Período Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano. Trata-se do tronco mais antigo, o qual, certamente, é bem distinto da imagem ingênua que o consumismo ocidental atribuiu àquela tradição milenar, patrimônio cultural da Humanidade.</p>
<p>No início foi um pouco difícil fazer a opinião pública compreender que a interpretação habitual que ela conferia ao Yôga não se adequava ao nosso trabalho. Mas, finalmente, toda a sociedade – e com ela, os jornalistas – começou a entender que professávamos um aspecto mais sério e profundo. Na verdade, esse foi um fenômeno que ocorreu de fora do nosso país para dentro. Primeiro nosso trabalho passou a ser respeitado lá fora, enquanto que no Brasil tínhamos de engolir deboches e difamações veiculadas por concorrentes que queriam comprar uma briga comercial. Não compreendiam que teriam de ficar brigando sozinhos, pois, primeiro, não fazemos um trabalho comercial; e, segundo, não somos concorrentes deles, pois trabalhamos com outro público, temos outra proposta. Aí, pouco a pouco, com a generosidade da Imprensa, começamos gradualmente a conquistar também dentro do Brasil o mesmo conceito que temos lá fora.</p>
<p>Hoje é de domínio público que se o interessado quiser aprofundar-se em um estudo técnico e sério, orientado por profissionais dedicados, isso sim, ele encontrará na Universidade de Yôga, tanto no Brasil, quanto em outras nações pelas quais nosso método se difundiu.</p>
<p>Texto extraído do livro <a title="Um Yôga que não é Zen" href="http://www.metododeroserp.org/yoga-zen/">Zen Noção</a>, do <a title="Blog do DeRose" href="http://www.metododerose.org/blog/" target="_blank">Comendador DeRose</a>.</p>
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		<title>Um Yôga que não é Zen</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 20:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro livro lançado recentemente pelo Comendador DeRose é ótimo para desmistificar diversos preconceitos relacionados à prática do Yôga Antigo. Este trecho que transcrevemos a seguir, explica de forma bem didática o título do livro: Zen Noção. Nosso trabalho não é “zen”*. Nossos alunos e instrutores são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, cientistas, universitários, artistas plásticos, escritores, intelectuais e [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/yoga-zen/">Um Yôga que não é Zen</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-medium wp-image-1343" title="Zen Noção" src="http://www.metododeroserp.org/wp-content/uploads/2010/07/img197-174x300.jpg" alt="img197 174x300 Um Yôga que não é Zen" width="174" height="300" />Outro livro lançado recentemente pelo <a title="Blog do DeRose" href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">Comendador DeRose</a> é ótimo para desmistificar diversos preconceitos relacionados à prática do Yôga Antigo. Este trecho que transcrevemos a seguir, explica de forma bem didática o título do livro: <strong>Zen Noção</strong>.</p>
<p>Nosso trabalho não é “zen”*. Nossos alunos e instrutores são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, cientistas, universitários, artistas plásticos, escritores, intelectuais e atletas. Nenhum deles é adepto de seitas ou modismos “zen”. Atuamos com profissionalismo, pagamos nossos impostos, participamos de ações sociais e estamos inseridos na sociedade como qualquer outra pessoa. Basta olhar – sem preconceito! – para um dos nossos praticantes e constata-se que ele não tem nada de “zen”. Aliás, todos nós lamentamos a desinformatite quando lemos uma matéria reportagem ou entrevista e encontramos alguma referência discriminatória que nos classifica aleatoriamente como “zen” sem que tenhamos dado motivo algum para essa generalização.</p>
<p>Em novembro de 2005 um importante jornal carioca noticiou que o restaurante Doce Delícia, do Leblon, estaria inserindo no cardápio um prato intitulado Strogonoff DeRose. Sem mais pensar a respeito, quem compôs o texto passas a declarar: O Strogonoff Zen (que leva parmesão, mozarela e provolone ao molho cremoso de tomate, noz-moscada, champignon e palmito) foi criado em homenagem a Mestre DeRose [...]”. De onde o estimado jornalista tirou a qualificação “zen”? Será que era por causa do queijo parmesão, da mozarela, ou do provolone? Será que era o molho de tomate, o champignon, o palmito? Ou será que era por ser em homenagem ao Mestre DeRose, que tem seu nome associado ao Yôga e o redator já havia decidido que sendo Yôga tem que ser “zen”e está acabado?</p>
<p><strong>Na mesma semana</strong>, a maior revista do país publicou sobre nós uma belíssima reportagem que começa assim: “O agito na Praia de Ipanema vai abrir espaço para uma prática zen { &#8230;}”. Como assim? Não era uma prática “zen”! Era uma prática de SwáSthya Yôga, a modalidade mais avessa a atitudes estereotipadas e a comportamentos esquisitoides.</p>
<p><strong>Na mesma semana</strong>, um dos mais importantes jornais de São Paulo publicou a matéria intitulada Yôga com Elegância, a respeito de um livro meu. A matéria foi bem escrita e extremamente simpática. Mas&#8230;quando menos se espera, saído do nada, leio “Yôga são boas maneiras, simplifica o Mestre DeRose, ao ser perguntado {&#8230;} sobre o que, afinal, o milenar sistema filosófico e ritualístico indiano tem a ver com etiqueta”. Como assim ritualístico? De onde saiu essa dedução? Eu não disse nada que pudesse induzir a tal interpretação, nem encontrei essa palavra em nenhum dos meus 25 livros. É que sendo Yôga cai imediatamente na caixa preta, num drive com defeito de formatação.</p>
<p>Tudo isso ocorreu na mesma semana, e três das mais importantes publicações do país, escritas pelos mais informados jornalistas. Conclusão: é preciso fazer alguma coisa, é urgente tomar alguma providência para esclarecer a opinião pública de que o Método DeRose, não tem nada de “zen” e não se encaixa em nenhum estereótipo ou modismo contemporâneo.</p>
<p>*Zen é a denominação de uma variedade do budismo especialmente desenvolvido no Japão. Não tem nada a ver com o Yôga nem com a Índia. Budismo é uma religião. Yôga é classificado como filosofia. Se analisarmos por esse lado já percebemos que é um equívoco qualificar o Yôga como Zen. Contudo, se quisermos invocar a gíria que denomina “zen” qualquer coisa que seja oriental, estranha, naturéba, alienada, caricata, pior ainda, pois os praticantes de SwáSthya Yôga são gente culta, bem ajustada, saudável e dinâmica.</p>
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		<title>Descrição de várias modalidades de Yôga</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 02:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para sua ilustração, vamos descrever alguns tipos de Yôga. Rája Yôga, o Yôga mental Rája significa real (dos reis). Consiste em quatro partes ou angas: pratyáhára (abstração dos sentidos), gháraná (concentração mental), dhyána (meditação e samádhi (hiperconsciência). Era denominado também Chaturanga Yôga. Posteriormente, em torno do terceiro século antes de Cristo, a estas quatro técnicas [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/descricao-de-varias-modalidades-de-yoga/">Descrição de várias modalidades de Yôga</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para sua ilustração, vamos descrever alguns tipos de Yôga.</p>
<h3>Rája Yôga, o Yôga mental</h3>
<p>Rája significa <em>real</em> (dos reis). Consiste em quatro partes ou angas: pratyáhára (abstração dos sentidos), gháraná (concentração mental), dhyána (meditação e samádhi (hiperconsciência). Era denominado também Chaturanga Yôga. Posteriormente, em torno do terceiro século antes de Cristo, a estas quatro técnicas foi acrescentada uma introduçãoconstituída por outras quatro(yama, niyama, ásana, pránáyáma) com o que codificou-se o Ashtágna Yôga, ou Yôga Clássico. Veja, mais adiante, a explanação sobre o Yôga Clássico.</p>
<p>Do Rája Yôga mais antigo nasceram o Pátañjala Rája Yôga e o Suddha Rája Yôga. Do Pátañjala Rája Yôga, nasceu o Kriyá Yôga.</p>
<h3>Bhakti Yôga, o Yôga devocional</h3>
<p>Bhakti significa <em>devoção</em>. O Yôga de vocional não é forçosamente espiritualista. Em suas origens pré-clássicas, sua fundamentação era naturalista e na região em que floresceu não foram encontradas evidências da existência de religiões institucionalizadas. O Bhakti Yôga pré-clássico consiste em cultuar as forças da Natureza, o Sol, a Lua, as Árvores, os Rios etc. Já o Bhakti Yôga medieval consiste em cultuar as divindades e os Mestres espirituais.</p>
<h3>Karma Yôga, o Yôga da ação</h3>
<p>Karma significa <em>ação</em>. É um Yôga que induz à ação. Sua vertente medieval passou a ter enfatizadas conotações de filosofia Vêdánta, o que lhe conferiu um ar de &#8220;ação desinteressada&#8221;, quando na verdade a proposta é impelir à ação, ao trabalho, à realização. Por certo, tal dinâmica em princípio não visa a benefícios pessoais, recompensas ou reconhecimento.</p>
<h3>Jñana Yôga, o Yôga do autoconhecimento</h3>
<p>Jãna significa <em>conhecimento</em>. O método dessa modalidade consiste em meditar na resposta que seu psiquismo elaborar para a pergunta &#8220;quem sou eu?&#8221;, até que não haja mais nenhum elemento que possa ser separado do <em>Self</em> e analisado. Nesse ponto, o praticante terá encontrado a Mônada, ou o Ser. Do Jñana Yôga nasceram o Dhyána Yôga e o Mahá Yôga.</p>
<h3>Layá Yôga, o Yôga das paranormalidades</h3>
<p>Layá significa <em>dissolução</em>. A intenção neste tipo de Yôga é dissolver a personalidade, ou seja, eliminar a barreira que existe entre o ego e o <em>Self</em>. Como o <em>Self</em> ou Mônada é o próprio Absoluto que habita em cada ser vivente, ao se dissolver a barreira da personalidade, todo o seu poder e sabedoria fluem diretamente para a consciência do praticante. Do Layá Yôga nasceu o Kundaliní Yôga.</p>
<h3>Mantra Yôga, o Yôga do domínio do som e do ultrassom</h3>
<p>Mantra significa <em>vocalização</em>. Trata-se de um ramo de Yôga que pretende alcançar a meta através da ressonância transmitida aos centros de energia do próprio corpo, conduzindo-os a um pleno despertar. Como consequência, a consciência aumenta e o praticante atinge o samádhi. Do Mantra Yôga nasceram o Japa Yôga e o Náda Yôga.</p>
<h3>Tantra Yôga, o Yôga da sensorialidade</h3>
<p>Tantra significa <em>a maneira correta de fazer qualquer coisa, autoridade, prosperidade, riqueza, encordoamento (de um instrumento musical) etc</em>. É a via do aprimoramento e a evolução interior através do prazer. Ensina como relacionar-se consigo mesmo, com os outros seres humanos, família, superiores ou inferiores hierárquicos, animais, plantas, meio ambiente, tudo enfim. Também trata de tudo o que se refira à sensorialidade e à sexualidade. Pretende atingir a meta mediante o reforço e a canalização da libido. Para evitar confusões, registre-se que a literatura do autor Rajneesh (Osho) não trata de Tantra Yôga, mas simplesmente de Tantra (Vamachara Tantra). Do Tantra Yôga nasceram o Hatha Yôga, o Urdhwaratus Yôga e o Amritá Yôga.</p>
<h3>SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo de raízes pré-clássicas</h3>
<p>SwáSthya significa <em>autossuficiência, saúde, bem estar, conforto, satisfação</em>. SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo, o próprio tronco do Yôga Pré-Clássico, por isso, é tão completo, pois possui o gérmen do que, séculos mais tarde, daria origem aos oito ramos mais antigos (Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga e Tantra Yôga). Sua prática cosiste em oito feixes de técnicas, a saber: mudrá (linguagem gestual), pújá (sintonização com o arquétipo), mantra (vocalização de sons e ultrassons), pránáyáma (respiratórios), kriyá (purificação das mucosas), ásana (técnica corporal), yôganidrá (técnica de descontração) e samyama (concentração, meditação e outras técnicas mais profundas). Trata-se da sistematização do Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, um proto-Yôga integrado de origens dravídicas com mais de cinco mil anos.</p>
<p>Do Yôga Pré-Clássico nasceram os oito mais antigo: Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga e Tantra Yôga. Destes, nasceram todos os demais.</p>
<h3>Suddha Rája Yôga, uma variedade de Rája Yôga medieval, pesadamente místico</h3>
<p>Suddha significa <em>puro</em>. Dá a entender que pretende ser a versão mais pura do Rája Yôga, o que não é verdade, já que o Rája Yôga era de fundamentação Sámkhya e o Suddha Rája é fundamentado pelo ponto de vista oposto, o Vêdánta. Consiste em mantras e meditção. Aqui no Brasil, sofreu influência do Cristianismo e passou a ser exercício como um híbrido de religião cristã. Atualmente é difícil de ser encontrado no Brasil.</p>
<h3>Kundaliní Yôga, o Yôga do poder</h3>
<p>Kundaliní significa <em>aquela que tem a aparência de uma serpente</em>. É um tipo de Yôga que visa ao despertamento da energia que leva o seu nome (kundaliní). Essa energia está situada no períneo e tem relação direta com a libido. Seu despertamento e ascensão pela medula espinhal até o cérebro produz uma constelação de paranormalidades, culminando num estado expandido da consciência denominado samádhi, que é a meta do Yôga. Na verdade, não apenas esta modalidade, mas todos os tipos autênticos de Yôga trabalham o despertamento da kundaliní, conforme nos diz o Dr. Sivánanda em seu livro <em>Kundaliní Yôga</em>, Editorial Kier, página 70.</p>
<h3>Siddha Yôga, o Yôga da reverência ao guru</h3>
<p>Siddha significa <em>o perfeito</em>, ou <em>aquele que possui os siddhis</em> (poderes paranormais). Pelo nome em sânscrito, pode dar a entender que tem parentesco com o Kundaliní Yôga, mas, na verdade, manifesta pouca similaridade com ele. Pratica-se muito mantra, pújá e meditação, mas a base é mesmo a reverência à personalidade do guru. No Brasil, havia um pequeno grupo de Siddha Yôga no Rio de Janeiro, mas atualmente não se sabe se está ativo.</p>
<h3>Kriyá Yôga, o Yôga que consiste em auto-superação, auto-estudo e auto-entrega</h3>
<p>Kriyá significa <em>atividade</em>. Trata-se de um Yôga que foi muito difundido nos Estados Unidos na década de 1950, onde hoje mantém ricas instalações. Consiste em três niyamas (normas éticas): tapas (auto-superação), swádhyáya (auto-estudo) e íshwara pranidhána (auto-entrega). É citado no <em>Yôga Sútra</em>, livro do século III a.C. Há poucas entidades que o representam no Brasil, sendo a Bahia seu principal reduto. A maioria o estuda por livros. O melhor livro é o <em>Tantra Yôga, Náda Yôga e Kriyá Yôga</em>, de Sivánanda, Editorial Kier, Buenos Aires. Também pode ser adquirida na versão em inglês, diretamente no Sivánanda Ashram, Rishikesh, Índia. Essa é a única obra que ensina abertamente o Kriyá Yôga, sem fazer mistério.</p>
<h3>Yôga Integral, o Yôga de integração nas atividades do dia-a-dia</h3>
<p>É chamado de Yôga Integral não por ser mais integral que os outros, como o nome pode sugerir por associação com os alimentos integrais. Denomina-se assim porque sua proposta é integrar-se à vida profissional, cultural e artística do praticante. Foi criado por Srí Aurobindo, que escreveu manifestando o desejo de que &#8220;o Yôga cesse de parecer alguma coisa mística e anormal que não tenha relações com os processos comuns da energia terrena&#8221;.</p>
<h3>Yôga Clássico, um Yôga árido e duro, com restrições sexuais e outras</h3>
<p>O Yôga Clássico &#8211; ou Ashtánga Yôga &#8211; não é o Yôga mais antigo nem o mais completo, como se divulga. O mais antigo e completo é o Pré-Clássico. O Yôga Clássico tem um nome forte, mas sua prática é inviável para o homem moderno devido à lentidão com que seus passos são trilhados. A prática é tão restritiva e tediosa que ninguém pagaria para receber esse tipo de aprendizado. Por isso, o que se vê no Ocidente são escolas que exploram o célebre nome desse ramo, mas na prática ensinam um Hatha Yôga modificado. O Yôga Clássico é constituído por oito partes ou angas que são: yama, niyama, ásana, pránáyáma, pratyáhára, dhárana, dhyána, samádhi. No Brasil, o melhor livro é o <em><strong>Yôga Sútra de Pátañjali</strong></em>.</p>
<h3>Hatha Yôga, o Yôga físico</h3>
<p>Hatha significa <em>força, violência</em>, e não o poético &#8220;Sol-Lua&#8221;, como declaram alguns livros. Trata-se de uma vertente medieval, fundada no século XI da era Cristã, portanto, é considerado um Yôga moderno, surgido mais de quatro mil anos depois da origem do Yôga primitivo! É constituído pelos quatro angas iniciais do Yôga de Pátañjali (yama, niyama, ásana, pránáyáma), contudo, nas academias, os dois primeiros angas não são ensinados, ficando na prática restrito apenas a ásana (técnicas corporais) e pránáyáma (respiratórios). Outras técnicas podem ser agregadas, tais como bandhas, mudrás e kryiás, mas não forçosamente. A meditação não faz parte e não deve ser incluída numa prática de Hatha. Já foi o Yôga mais popular no Ocidente. No Brasil, hoje está sobejamente suplantado pelo SwáSthya Yôga. O melhor livro já publicado em português sobre o tema foi <em>Hatha Yóga, a ciência da saúde perfeita</em>, de Caio Miranda.</p>
<h3>Iyengar Yôga, uma variedade de Hatha Yôga</h3>
<p>B. K. S. Iyengar é o nome de um professor Hatha Yôga. Não é adequado chamar seu Yôga pelo nome do professor (seria o mesmo que denominar Sérgio Yôga ou Carlos Yôga ao método utilizado por esses Mestres). Trata-se de uma interpretação extremamente vigorosa do Hatha Yôga. O método é descrito no livro <em>Light on Yôga</em>. A tradução castelhana denomina-se <em>Yôga cien por cien</em>. Foi cometida uma edição em português, tão resumida que não faz justiça ao mérito da obra.</p>
<h3>Power Yôga, outra variedade de Hatha Yôga</h3>
<p>Trata-se de um tipo de Hatha Yôga simplificado, praticado nos Estados Unidos, o que fica patente pelo próprio caráter híbrido do nome inglês-sânscrito.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto extraído do livro Tratado de Yôga, do <a title="Blog do DeRose" href="http://metododerose.org/blog" target="_blank">Mestre DeRose</a>.</p>
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		<title>A grande deturpação</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 18:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Yôga tem 5.000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi deturpado sucessivas vezes. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Dentro de alguns anos, a Amazônia será invadida com [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/grande-deturpacao/">A grande deturpação</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Yôga tem 5.000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi deturpado sucessivas vezes. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Dentro de alguns anos, a Amazônia será invadida com o pretexto de ocupá-la para salvar tal patrimônio da humanidade das mãos desses <em>latrino</em>-americanos irresponsáveis que a estão destruindo (diga-se de passagem que a maioria das madeireiras que lá atuam pertence a estrangeiros).</p>
<p>Eles invadem o Brasil que, tal como os drávidas que viviam na Índia há 5.000 anos, não tem tradição guerreira. Já os invasores, esses sim, têm uma história de guerras, conquistas e império, tal como os sub-bárbaros arianos que invadiram a Índia e cometeram a primeira grande deturpação do Yôga.</p>
<p>Como ocorreu com o Império Romano, que ia incorporando outras culturas (ao absorver do Lácio o latim, da Grécia a arquitetura, escultura, mitologia, etc.), esse novo império absorve a Capoeira. Em pouco tempo, digamos, um século, classificam-na como dança (&#8220;<em>afinal, eles não dançam?</em>&#8220;). E a reestruturam, pois isso de bater atabaques e tocar um instrumento de cordas com uma corda só é muito primitivo. Eliminam os tambores e substituem o berimbau pela guitarra eletrobioplásmica, com acompanhamento de &#8220;sincretizador&#8221; (que substituirá o computador, aquela máquina primitiva que vivia &#8220;dando pau&#8221; e pegando vírus).</p>
<p>Passam-se mil anos. Lá pelo ano 3.000 da era Cristã, ocorre outra invasão. O Brasil é ocupado por uma terceira etnia e novos Mestres de Capoeira introduzem uma codificação que a define como religião (&#8220;<em>afinal, eles não se benzem antes de jogar?</em>&#8220;). Uma dança religiosa, uma dança ritual. Surgem mosteiros, templos e igrejas do culto Capoeirista. Essa vertente passa a ser conhecida como Capoeira Clássica.</p>
<p>Passado mais um milênio, e em torno do ano 4.000, já não se fala a mesma língua, nem habita neste território o mesmo povo. Surpreendentemente, a Capoeira sobreviveu e tem mesmo um sólido sistema cultural que a preserva. Só que agora, após alguns concílios, decidiram que Capoeira é uma terapia. Passa a ser uma dança espiritual terapêutica.</p>
<p>Mais um milênio se passa. Estamos lá pelo ano 5.000 d.C. Ninguém mais se lembra das suas origens. Criam mitologias. Surgem versões negando que a Capoeira tenha surgido numa nação mítica chamada Brasil, a qual teria existido há tanto tempo que caiu no esquecimento. Alguns eruditos defendem que a Capoeira teria sido criada pelos negros escravos, mas a etnia então dominante nega-o peremptoriamente, e ameaça de punição quem se atrever a insistir nessa invencionice subversiva. A Capoeira é institucionalizada como uma prática para a terceira idade. Torna-se uma dança espiritual terapêutica para idosos.</p>
<p>Outros mil anos são transcorridos. Estamos agora no ano 6.000 da Era Cristã. Todas as evidências de uma civilização latino-americana desapareceram, apagadas intencionalmente pelos cientistas e religiosos desse novo período histórico. A opinião pública de então, decide que Capoeira é para mulheres, que é ótima para TPM, gestação, rugas, celulite, varizes e que rejuvenesce. A Capoeira passa a ser classificada como uma dança espiritual, terapêutica, para idosos e para mulheres. Quem afirmar que a Capoeira legítima é uma luta, destinada a pessoas jovens e saudáveis, passa a ser acusado de discriminar os enfermos, os idosos e as mulheres; é acusado de ser polêmico; torna-se perseguido e severamente castigado com a difamação, a execração e ameaças de morte.</p>
<p>Bem, no caso da Capoeira, nós só abordamos 4.000 anos de deturpações, do ano 2.000 ao ano 6.000 d.C. No caso do Yôga precisamos computar mais um milênio de distorções, já que essa filosofia conta com cinco mil anos de existência.</p>
<p>Oh! Céus! Eu disse filosofia? Foi sem querer. Juro. Eu quis dizer uma terapia mística para enfermos, mulheres e idosos.</p>
<p>Este texto foi extraído do site da <a title="União Nacional de Yôga" href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">Uni-Yôga</a>.</p>
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		<title>O que é o SwáSthya Yôga</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 13:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SwáSthya, em sânscrito, língua morta da Índia, significa auto-sufuciência (swa = seu próprio). Também embute os significados de saúde, bem estar, conforto e satisfação. Pronuncia-se &#8220;suástia&#8221;. Em hindi, a língua mais falada na Índia, significa simplesmente saúde. Nesse caso, com o sotaque hindi, pronuncia-se &#8220;suásti&#8221;. Não permita que pessoas pouco informadas confundam SwáSthya, sânscrito, método [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/swasthya-yoga/">O que é o SwáSthya Yôga</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>SwáSthya,</strong></em> em sânscrito, língua morta da Índia, significa <strong>auto-sufuciência</strong> (swa = seu próprio). Também embute os significados de <em>saúde, bem estar, conforto e satisfação</em>. Pronuncia-se <strong><em>&#8220;suástia&#8221;</em></strong>. Em hindi, a língua mais falada na Índia, significa simplesmente saúde. Nesse caso, com o sotaque hindi, pronuncia-se <em>&#8220;suásti&#8221;</em>. Não permita que pessoas pouco informadas confundam <strong>SwáSthya,</strong> sânscrito, método antigo, com SwáSthya (<em>&#8220;suásti&#8221;</em>), hindi, que daria uma interpretação equivocada com conotação terapêutica. Consulte a respeito o <em>Sanskrit-English Dictionary</em>, de Sir Monier-Williams, o mais respeitado dicionário de sânscrito.</p>
<p><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="size-full wp-image-986 alignleft" title="Kapodásana" src="http://www.yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/04/kapodasana.jpg" alt="kapodasana O que é o SwáSthya Yôga" width="200" height="204" /></p>
<h2>A definição formal do nosso Yôga</h2>
<p>SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo, Pré-Clássico, o Yôga mais completo do mundo.</p>
<h2>O Método consiste em três etapas:</h2>
<ol style="text-align: justify;">
<li>A etapa inicial- tem por objetivo preparar o praticante para suportar o empuxo evolutivo que ocorrerá na etapa final. O resultado desse preparo prévio é o reforço da estrutura biológica, com um aumento sensível e imediato da vitalidade.</li>
<li>A etapa medial &#8211; tem por objetivo a purificação mais intensiva e energização da libido.</li>
<li>A etapa final &#8211; tem por objetivo despertar a energia kundalin<strong><em>í</em></strong>, com o consequente desenvolvimento dos chakras, seus poderes paranormais e, finalmente, a eclosão da hiperconsciência chamada samádhi.</li>
</ol>
<p>Noutras palavras, a etapa inicial visa a proporcionar saúde e força suficientes para que o praticante aguente as prodigiosas alterações biológicas resultantes de uma evolução pessoal acelerada que ocorrerá na etapa final.</p>
<p>Por isso, a etapa inicial tente a proporcionar todos aqueles proverbiais efeitos do Yôga. É que a fase final vai trabalhar para tornar o praticante uma pessoa fora da faixa da normalidade, acima dela. Se alguém está fora dessa faixa para baixo, a fase inicial vai içá-lo até a normalidade plena, conferindo-lhe uma cota ótima de saúde e vitalidade. Daí poderemos fazer um bom trabalho de desenvolvimento interior equilibrado e seguro, no qual o praticante vai conquistar a evolução de um milhão de anos em uma década. Para isso, há que adquirir estrutura.</p>
<p>Por esse motivo, há uma legião de pessoas que adotam o Yôga apenas visando os benefícios propiciados pela prática introdutória e por aí ficam, satisfeitas com os ótimos resultados obtidos.</p>
<p>Este texto foi extraído do livro Yôga a Sério, 4ª edição, <a title="Blog do DeRose" href="http://www.metododerose.org/blog/" target="_blank">Mestre DeRose</a>, <a title="Universidade de Yôga" href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">Uni-Yôga</a>.</p>
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		<title>O que é a Kundaliní</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 17:12:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e pronunciado com o í final longo. Os leigos aplicam o termo no masculino e pronunciam “ o kundalíni”, mas está errado. Repetimos: o termo é feminino, deve ser pronunciado com a tônica na primeira sílaba [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/kundalini/">O que é a Kundaliní</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e pronunciado com o <span style="text-decoration: underline;">í</span> final longo. Os leigos aplicam o termo no masculino e pronunciam “ <em>o kundal<strong><span style="text-decoration: underline;">í</span></strong>ni</em>”, mas está errado. Repetimos: o termo é <strong>feminino</strong>, deve ser pronunciado com a tônica na primeira sílaba e <span style="text-decoration: underline;">a longa na última.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Pronuncie em voz alta para fixar a correção: K<span style="text-decoration: underline;">U</span>NDALIN<strong>Í</strong>. Significa <em>serpentina</em>, aquela que tem a forma de uma serpente. De fato, sua aparência é de uma energia ígnea, enroscada três vezes e meia dentro do múládh<span style="text-decoration: underline;">á</span>rá ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kra, o centro de força situado próximo à base da coluna e aos órgãos genitais. Enquanto está adormecida, é como se fosse uma chama congelada. É tão poderosa que o hinduísmo a concidera uma deusa, a Mãe Divina, a Sh<span style="text-decoration: underline;">a</span>ktí Universal. Todo o sistema do Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, de qualquer ramo, apóia-se no conceito da K<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, tudo depende dele conforme o seu grau de atividade – a tendência do homem à verticalidade, a saúde do corpo, os poderes paranormais, a iluminação interior que o arrebata da sua condição de mamífero humano e o catapulta em uma só vida à meta da evolução sem esperar pelo fatalismo de outras eventuais existências.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você já tiver lido explicações místicas ou confusas sobre a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní, vamos simplificar isso. O conceito freudiano de <em>libido</em> e o reichiano de <em>orgônio</em> chegaram bem perto do princípio e anatomia da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní no Yôga Antigo. Se você quiser um termo leigo, mais compreensível, pode traduzir k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní simplesmente como <em>sexualidade</em>. Freud e Reich tentaram domá-la para fins terapêuticos. Como nenhum dos dois possuía a Iniciação de um Mestre nesses mistérios, ambos fracassaram e deixaram à posteridade uma herança meramente acadêmica de teorias sobre o assunto, sem grandes resultados práticos.</p>
<p style="text-align: justify;">A energia da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní responde muito facilmente aos estímulos. Despertá-la é fácil. Um exercício respiratório que aumente a taxa de comburente é suficiente para inflamar o seu poder. Um b<span style="text-decoration: underline;">í</span>ja mantra corretamente vocalizado é capaz de movimentá-la. Um <span style="text-decoration: underline;">á</span>sana que trabalhe a base da coluna posiciona-a para a subida para a medula. Uma prática de maith<span style="text-decoration: underline;">u</span>na pode deflagrá-la. Basta combinar os exercícios certos e praticá-los com regularidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Já que despertar a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní não é difícil, não mexa com ela enquanto não tiver um Mestre. E quando o encontrar, não a atice sem a autorização dele. Difícil é conduzi-la com disciplina, ética e maturidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya, o Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga Antigo, vai fundo nesse trabalho, levantando a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní da base da coluna até o alto da cabeça, através dos ch<span style="text-decoration: underline;">á</span>kras, ativando-os poderosamente, despertando os s<span style="text-decoration: underline;">i</span>ddhis e  eclodindo o sam<span style="text-decoration: underline;">á</span>dhi.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto extraído do livro Kundaliní, Chakras e Sídhis, do <a title="Blog do DeRose" href="http://metododerose.org/blog" target="_blank">Mestre DeRose</a>.</p>
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		<title>A sexta característica da Nossa Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 23:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao travar contato com o nosso trabalho, uma das primeiras impressões observadas pelos estudiosos é a superlativa seriedade que se percebe nos nossos textos, linguagem e procedimentos. Essa seriedade manifesta-se em todos os níveis, desde a honestidade de propósitos – uma honestidade fundamentalista – até o cuidado extremado de não fazer nenhum tipo de doutrinação, [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/sexta-caracteristica/">A sexta característica da Nossa Cultura</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao travar contato com o nosso trabalho, uma das primeiras impressões observadas pelos estudiosos é a superlativa seriedade que se percebe nos nossos textos, linguagem e procedimentos. Essa seriedade manifesta-se em todos os níveis, desde a honestidade de propósitos – uma honestidade fundamentalista – até o cuidado extremado de não fazer nenhum tipo de doutrinação, nem de proselitismo, nem de promessas de terapia. Definitivamente, não se encontra tal cuidado na maior parte das demais modalidades de aprimoramento pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazemos questão absoluta de que nossos instrutores e alunos sejam rigorosamente éticos em todas as suas atitudes, tanto no nosso círculo cultural, quanto no trabalho, nas relações afetivas, na família e em todas as circunstâncias da vida. Devemos lembrar-nos de que, mesmo enquanto alunos, somos representantes do Método DeRose e a opinião pública julgará a validade da proposta e o mérito da obra a partir do nosso comportamento e imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Em se tratando de dinheiro, lembre-se de que é preferível perder o nobre metal do que perder um amigo, ou perder o bom nome, ou perder a classe.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos mostrar-nos profundamente responsáveis, maduros e honestos ao realizar negócios, ao fazer declarações, ao evitar conflitos, ao buscar aprimoramento em boas maneiras, ao cultivar a elegância e a fidalguia.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo espera de nós um modelo de equilíbrio, especialmente quando tivermos a obrigação moral de defender corajosamente nossos direitos e aquilo ou aqueles em que acreditamos. Fugir à luta seria a mais desprezível covardia. Lutar com galhardia em defesa da justiça e da verdade é um atributo dos corajosos. Contudo, lutar com elegância e dignidade é algo que poucos conseguem conquistar.</p>
<p style="text-align: justify;">Via <a title="Blog do DeRose" href="http://metododerose.org/blog" target="_blank">Blog do DeRose</a>.</p>
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		<title>Prática com o Educador DeRose</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 21:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Domingo, dia 13 de junho, no hotel Renaissance em São Paulo, instrutores do Método DeRose prestigiaram uma prática com o Educador DeRose. Profissionais de diversos países participaram do evento. Nestes eventos estreitamos laços de amizade e vivenciamos a quinta característica do nosso Método, o sentimento gregário. &#8221; Sentimento gregário é a satisfação incontida com a [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/pratica-com-educador-derose/">Prática com o Educador DeRose</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/06/Viparita.jpg"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-337" title="Viparíta" src="http://yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/06/Viparita.jpg" alt="Viparita Prática com o Educador DeRose" width="468" height="139" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Domingo, dia 13 de junho, no hotel Renaissance em São Paulo, instrutores do Método DeRose prestigiaram uma prática com o Educador DeRose. Profissionais de diversos países participaram do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestes eventos estreitamos laços de amizade e vivenciamos a quinta característica do nosso Método, o sentimento gregário.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8221; Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético etc.&#8221;</em> Leia mais sobre o tema no livro Tratado de Yôga, DeRose, Editora Nobel.</p>
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		<title>Coreografias</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 00:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das características mais importantes do Swásthya Yôga, o Yôga Antigo, é a aula ministrada pelo instrutor ao praticante em formato de coreografia. Os melhores instrutores do Método DeRose estruturam sua aula de maneira que o aluno vá executando passagens entre uma técnica e outra, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/coreografias/">Coreografias</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das características mais importantes do Swásthya Yôga, o Yôga Antigo, é a aula ministrada pelo instrutor ao praticante em formato de coreografia. Os melhores instrutores do Método DeRose estruturam sua aula de maneira que o aluno vá executando passagens entre uma técnica e outra, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar SwáSthya Yôga assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializado.</p>
<p>Aqueles que realmente entenderam a mensagem do sistematizador dão classes com o conteúdo, do início ao fim do sexto anga, em formato de coreografia. E, no final do anga ásana, ainda incentivam seus alunos para que improvisem uma coreografia propriamente dita, em regime de prática livre.</p>
<p>Se, eventualmente, alguém supuser que o Yôga Antigo não possuía coreografias e que foi este autor que as introduziu, devemos corrigi-lo: o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga que estava quase perdida.</p>
<p><a href="http://yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/05/surya_namaskara.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-thumbnail wp-image-268" title="surya_namaskara" src="http://yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/05/surya_namaskara-150x150.jpg" alt="surya namaskara 150x150 Coreografias" width="150" height="150" /></a>O súrya namaskara é considerado um dos mais antigos conjuntos de técnicas corporais do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o Sol. Pois o súrya namaskara, saudação ao Sol, é o mais eloqüente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga Ancestral.</p>
<p>O súrya namaskara é a única coreografia ainda existente no acervo que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno surgido no século XI da era Cristã e perdeu quase toda a sua tradição iniciática.</p>
<p>Portanto, o que hoje chamamos coreografia, já existia e era uma forma de execução bem arcaica, só que atualmente é pouco conhecida por estar praticamente extinta. Quanto a parecer dança, não nos esqueçamos que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino e foi imortalizado na mitologia com o título de Natarája (rei dos bailarinos).</p>
<p>Este texto faz parte do Tratado de Yôga, do <a title="Blog do DeRose" href="http://www.metododerose.org/blog/" target="_blank">Mestre DeRose</a>, ed. Nobel.</p>
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