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	<title>Método DeRose Ribeirão Preto &#187; Pújá</title>
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	<description>Primeira escola credenciada do Método DeRose em Ribeirão Preto. Aulas práticas de SwáSthya Yôga para iniciantes e avançados. Segunda a sexta das 10h às 20h; aos sábados, das 9h às 13h. Av. Itatiaia, 770.</description>
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		<title>Como identificar um Mestre? &#8211; escrito por Bruno Mazzeto</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 16:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como identificar um Mestre? Neste caminho que percorremos, travamos contato com todo tipo de gente. Há os que nos fazem bem. Há os que nos fazem rir e os que nos fazem chorar. Alguns passam muito tempo a nosso lado, outros se vão como um cometa, deixando apenas alguns resquícios de poeira sinalizando sua passagem. [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/como-identificar-um-mestre-escrito-por-bruno-mazzeto/">Como identificar um Mestre? &#8211; escrito por Bruno Mazzeto</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metododeroserp.org/wp-content/uploads/2011/11/DeRose09_02_bx_res.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-medium wp-image-1435" title="Mestre DeRose" src="http://www.metododeroserp.org/wp-content/uploads/2011/11/DeRose09_02_bx_res-200x300.jpg" alt="DeRose09 02 bx res 200x300 Como identificar um Mestre?   escrito por Bruno Mazzeto" width="200" height="300" /></a>Como identificar um Mestre?</p>
<p>Neste caminho que percorremos, travamos contato com todo tipo de gente.</p>
<p>Há os que nos fazem bem. Há os que nos fazem rir e os que nos fazem chorar. Alguns passam muito tempo a nosso lado, outros se vão como um cometa, deixando apenas alguns resquícios de poeira sinalizando sua passagem. Há pessoas que não escolhemos, e que mesmo assim amamos, sem o peso da obrigação. Certas pessoas sempre têm o dom de dar bons conselhos, e nos esclarecem dúvidas, nos dão novas ideias. Há também os que constroem junto conosco castelos de sonhos perfumados, que dividem horas de prazer e nos dão força nos momentos mais difíceis.</p>
<p>Mas há alguém que diz exatamente o que trazemos no coração. Que dá respaldo para aquilo que já sentíamos, já acreditávamos, para que possam brotar nossos sonhos. Este nos orienta para que não voltemos a encobrir aquilo que já sabíamos, às vezes lá no fundo, que é verdade… a nossa verdade.</p>
<p>É assim que se encontra um Mestre. Com o coração. Com uma alegria transbordante de ter achado um holofote para jogar luz naquele canto da casa de que tanto gostamos, e que as vezes fica esquecido.</p>
<p>É até possível explicar racionalmente o porquê dessa escolha, pois existe mesmo um respaldo lógico, um trilhar específico de idéias que também nos levaria a concordar e identificar-nos com as palavras deste educador. No entanto o que nos faz querer estar mais próximos e compartilhar momentos vem da simples e leve sensação de que aquela forma de olhar o mundo nos fará bem. Nenhuma explicação se faria necessária se déssemos mais atenção a isto.</p>
<p>Mas os pupilos não são assim tão fáceis de lidar. Por vezes relutamos em aceitar algo que já deveria ser tão nítido. E este educador, seguindo seus próprios dizeres, pacientemente se dispõe a dizer o óbvio e repetir três vezes… ou um pouco mais, se necessário.</p>
<p>Quando eu estava mais envolvido no estudo da psicanálise me deparei com um tal Dr. Freud, que classificou a atividade do ensino, ou educação, como uma das atividades impossíveis. Esta idéia me soou como uma bomba. Mas como então o aprendizado acontece? E sabemos que de alguma forma ele acontece.. Bem, naquele núcleo chamávamos esse processo de transmissão. É uma partilha, uma atividade conjunta, que só acontece na relação entre as pessoas, é quase uma contaminação que acontece quando se expõe com sinceridade aquilo que foi vivenciado.</p>
<p>DeRose faz isto. Contamina-nos com seu entusiasmo inesgotável. Com seu visão de ética em grande angular. O ensino… aquela atividade comumente repetitiva, cansativa e muitas vezes impossível, até ocorre, mas, para além disso, o Mestre provoca. Provoca o aprendizado, como o faz um bom professor. Provoca a sede por mais conhecimento, como fazem as crianças e aqueles que não deixaram de sê-las. Provoca o alinhamento ético, como é esperado de um supervisor. E provoca o aprimoramento pessoal, a eclosão de tudo que nos habitava antes em estado latente, e que agora aflora e não pode mais ser ignorado, nem por quem porta este poder, nem por quem estiver a volta.</p>
<p>Como se não bastasse isso tudo, há ainda o carinho, o sorriso, o abraço, o olhar firme e brilhante que parece atiçar mais a nossa vontade de sermos melhores, de nos lapidarmos e tornarmo-nos mais ainda uma cópia fiel de si mesmo, do “Si Mesmo” que fica encoberto pelos medos do ego.</p>
<p>E tem mais a gratidão pelo legado de conhecimento resgatado, pelas amizades que só foram possíveis pelo ideal deste homem compartilhado com tanta gente.</p>
<p>Por estas e outras coisas das quais não me lembro ou que talvez eu nem saiba:</p>
<p>Obrigado, Mestre DeRose.</p>
<p>Escrito por Bruno Mazzeto e publicado no blog do Comendador DeRose.</p>
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		<title>Gurusêvins</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 14:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Gurusêvins (masc.) e gurusêvinís (fem.) são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana. Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas. Essas pessoas são paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/gurusevins-2/">Gurusêvins</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gurusêvins (masc.) e gurusêvinís (fem.) são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas pessoas são paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam. Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado satisfatoriamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a maior parte destroi, esses poucos Herois da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Espécie Humana progride graças aos que se doam.</p>
<p>Do livro Escala Evolutiva, do <a title="Blog do DeRose" href="http://www.metododerose.org/blog/" target="_blank">Mestre DeRose</a>.</p>
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		<title>Não se retire do mundo para atingir suas metas!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 10:50:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Natarája significa rei dos bailarinos. Ele figura no centro de um círculo de fogo, pisoteando o &#8220;demônio&#8221; da ignorância. Numa de suas mãos, há um pequeno tambor, o damaru, com o qual marca o rítmo do Universo. Seus vários braços sugerem movimento. Natarája é a manifestação de Shiva envolvido na trama do mundo, integrado à existência [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/nao-se-retire-do-mundo/">Não se retire do mundo para atingir suas metas!</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2011/04/shiva-nataraja.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-medium wp-image-1061" title="Shiva Natarája - Rei dos Bailarinos - Criador do Yôga" src="http://www.yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2011/04/shiva-nataraja-235x300.jpg" alt="shiva nataraja 235x300 Não se retire do mundo para atingir suas metas!" width="235" height="300" /></a>Natarája significa <em>rei dos bailarinos</em>. Ele figura no centro de um círculo de fogo, pisoteando o &#8220;demônio&#8221; da ignorância. Numa de suas mãos, há um pequeno tambor, o damaru, com o qual marca o rítmo do Universo. Seus vários braços sugerem movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Natarája é a manifestação de Shiva envolvido na trama do mundo, integrado à existência de outros seres. É o oposto de Shiva Shankara, isolado nos Himalayas em seu ascetismo. Natarája representa aquele que vive, trabalha, luta e atua na sociedade e, ao mesmo tempo, acha-se plenamente consciente da efemeridade nela contida. O yôgin que medita na forma do Natarája não precisa retirar-se do mundo para conquistar a meta do Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao identificar-se com ele, o praticante de Swásthya realiza obras de arte com o corpo, tornando-se uma escultura viva em movimento, sintetizada em bela coreografias. Como um elegante dançarino, de perfeitos movimentos, Natarája convive magistralmente integrado consigo mesmo, com os outros seres e com o Universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais leia o livro Pújá &#8211; A Força da Gratidão &#8211; Sergio Santos &#8211; Ed. Nobel.</p>
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		<title>O Yôga levado a sério</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 17:14:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Yôga é qualquer metodologia estritamente prática voltada ao samádhi. Mestre DeRose. Usufruímos, atualmente, da melhor qualidade de vida com que poderíamos sonhar desde os primórdios da nossa raça, mas percebem-se poucas diferenças entre o Homo sapiens de cinco mil anos e o atual. Os seres evoluem por meio de um lento processo natural. Aqueles que [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/o-yoga-levado-a-serio/">O Yôga levado a sério</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Yôga é qualquer metodologia estritamente prática voltada ao samádhi. <a title="Blog do DeRose" href="http://metododerose.org/blog" target="_blank">Mestre DeRose</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Usufruímos, atualmente, da melhor qualidade de vida com que poderíamos sonhar desde os primórdios da nossa raça, mas percebem-se poucas diferenças entre o Homo sapiens de cinco mil anos e o atual. Os seres evoluem por meio de um lento processo natural. Aqueles que praticam Yôga com seriedade aceleram a consciência em direção à meta do Yôga, o samádhi.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse caminho, é fundamental que se tenha muita vitalidade e disposição para suportar o empuxo evolutivo proporcionado por um Yôga legítimo, autêntico. Os efeitos das técnicas são duradouros e incorporam-se ao organismo do praticante como um todo, proporcionando-lhe muita qualidade de vida. Por isso, existem os que buscam o Yôga apenas para resolver as mazelas do trivial diário*. No entanto, quaisquer benefícios ou vantagens correspondem às migalhas que caem da mesa do banquete.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas educadas, inteligentes, cultas, descomplicadas e felizes são as que mais se identificam com este método de Yôga. Quem pratica Swásthya o faz por empatia com o nosso sentir e pensar, algo presente em seu âmago, correndo por suas veias e atuante em seu código genético, “pela mesma motivação com que o artista pinta o seu quadro: uma manifestação espontânea do que está em seu íntimo e precisa ser expressado.” (Mestre DeRose).</p>
<p style="text-align: justify;">Por qual motivo alguém jogaria golf, dançaria ballet ou faria escultura? A resposta é a mesma que daríamos a quem perguntasse para que serve o Yôga, pois este será útil na medida da satisfação pessoal. Existem os que divulgam as vantagens voltadas à saúde, ao se praticar esporte. Mas isso é irrelevante para um bom desportista.</p>
<p style="text-align: justify;">Um Yôga levado a sério não é utilitário. Ele é praticado assim como se faz um bom trekking, sem se preocupar com o final da trilha, uma vez que há tanto por admirar em cada momento do percurso. A satisfação desfrutada em cada instante do caminho é o que importa. A meta será conquistada no devido tempo, no ritmo do praticante.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que não se desvie da estrada, siga os passos dos que estão mais à frente, atente para as placas de aviso nas curvas, somente coloque na bagagem os utensílios necessários, com certeza, chega-se ao cume da montanha. Em outras palavras, para atingir o samádhi, é preciso ter disciplina e constância no Yôga através dos anos, com fidelidade a um só método, bem como lealdade ao respectivo Mestre.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“O Yôga não visa a resolver as mazelas do trivial diário, mas sim a grande equação cósmica da evolução.” <a title="Blog do DeRose" href="http://metododerose.org/blog" target="_blank">Mestre DeRose</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Fonte: A Força da Gratidão, do <a title="Unidade Savassi - MG" href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001288771242" target="_blank">Mestre Sérgio Santos</a>.</p>
<p><a href="http://www.metododeroserp.org/o-yoga-levado-a-serio/">O Yôga levado a sério</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>
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		<title>O Retorno do Herói</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 13:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando somos crianças a presença de heróis é uma constante em nossas vidas. Nesta fase, nossa imaginação é muito fértil e nos permitimos ser quem queremos. O herói nada mais é que uma representação da grandiosidade do potencial humano. No fundo sabemos que podemos ser muito mais do que aquilo que estamos manifestando no momento. [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/retorno-heroi/">O Retorno do Herói</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando somos crianças a presença de heróis é uma constante em nossas vidas. Nesta fase, nossa imaginação é muito fértil e nos permitimos ser quem queremos. O herói nada mais é que uma representação da grandiosidade do potencial humano. No fundo sabemos que podemos ser muito mais do que aquilo que estamos manifestando no momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso inconsciente sabendo que possuímos potencialidades latentes, que quando não trabalhadas se atrofiam mantém viva a imagem do herói dentro de nós. Ele envia mensagens de admiração por aqueles que realizaram grandes feitos, querendo nos dizer que também podemos fazer tudo isso, basta que lutemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como a criança admira a personagem do cinema que salva a vida de pessoas, o adulto aprecia aqueles que realizaram grandes feitos em alguma área que ele julga importante. Na verdade, o herói vivente é alguém como nós, mas que jamais aceitou a imposição da sociedade que certas coisas não são possíveis. Ele manteve acesa a identificação com aqueles seres &#8220;paranormais&#8221; que ele tanto gostava quando era jovem e gerou em si a força necessária para a realização de grandes feitos. Aquelas pessoas que aceitam este tipo de imposição, acabam por perder força, voltam à faixa da mediocridade e passam a ser normais como as outras milhões que têm ao lado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Joseph Campbel &#8211; um dos maiores estudiosos de mitos e lendas da história &#8211; existe dois tipos de mitos: aqueles que realizam proezas físicas, como salvar a vida de uma pessoa, fazer uma grande travessia, etc. E aqueles que atingem um estado superior de consciência e depois se determinam a ensinar outras pessoas uma mensagem. Temos como exemplos do primeiro grupo: Pelé, Lance Armstrong, Paul Tergat e outros grandes atletas. Já no segundo: Zaratustra, de Nietzsche, Jesus, Buda, Maomé, Gandhi, Madre Tereza de Calcutá e outros. Para Campbel seja em um caso como no outro o Herói nos fascina por ter sempre uma atitude de auto-superação e sacrifício. Porém a mensagem mais importante que estes ícones nos passam é que podemos viver uma realidade mais plena do que a que estamos vivendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os iconoclatas, destruidores de mitos, têm seu aspecto positivo dentro da cultura do mito, pois eles nos mostram que também somos capazes de tais proezas. Entretanto, dependendo da forma que tentarem passar sua mensagem poderão enraizar ainda mais as pessoas em sua vida monótona e normal, impedindo que atinjam seus maiores sonhos, pois estarão desencorajando atitudes grandiosas.</p>
<p style="text-align: justify;">O antigo sistema filosófico do Hinduismo possui uma tradição chamada pújá, na qual os adoradores de mitos buscam através do agradecimento a aproximação com os aspectos sutis e perfeitos dos arquétipos. Se esta tradição fosse trazida para os esportes, as artes, a música e o nosso trabalho, com certeza melhoraria nosso desempenho pois despertaria dentro de nós aquilo que nossos heróis viventes já tem desenvolvido. Imagine o quanto um violinista melhoraria sua apresentação se minutos antes dela fizesse um exercício no qual ele busca a máxima identificação com seu ídolo deste instrumento, admirando-o, agradecendo-o e despertando dentro de si algo que o ídolo já tem bem desenvolvido. Sem perder sua individualidade ele faria uma apresentação deslumbrante.</p>
<p style="text-align: justify;">Os heróis estão por aí, às vezes mais próximos do que imaginamos. Não tomemos uma atitude preconceituosa de não admirar as pessoas mais próximas, não vamos perder nada com isso. Façamos daqueles que já conquistaram objetivos que desejamos fonte de inspiração para despertar as mesmas potencialidades dentro de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniel De Nardi.</p>
<p style="text-align: justify;">Via <a title="Assim Falou De Nardi" href="http://www.assimfaloudenardi.com" target="_blank">Assim Falou De Nardi</a>.</p>
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		<title>O Quanto é Preciso Agradecer</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 10:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose Ribeirão Preto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[Pújá]]></category>
		<category><![CDATA[agradecimento]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabo de ler o livro Quando é Preciso Ser Forte, do DeRose, autor com mais de um milhão  de livros vendidos, Notório Saber em Yôga e profundo conhecedor daquilo que ensina. Enquanto devorava cada uma das páginas, era tomada por lembranças da minha própria vida cuja trajetória, em um determinado momento, cruzou-se com a dele. A [...]<p><a href="http://www.metododeroserp.org/quanto-preciso-agradecer/">O Quanto é Preciso Agradecer</a> is a post from: <a href="http://www.yogaribeiraopreto.org"><a href="http://www.metododeroserp.org">Método DeRose Ribeirão Preto</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/05/caminho.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-medium wp-image-246" title="caminho" src="http://yogaribeiraopreto.org/wp-content/uploads/2010/05/caminho-300x225.jpg" alt="caminho 300x225 O Quanto é Preciso Agradecer" width="300" height="225" /></a>Acabo de ler o livro <strong><em>Quando é Preciso Ser Forte</em></strong>, do DeRose, autor com mais de um milhão  de livros vendidos, Notório Saber em Yôga e profundo conhecedor daquilo que ensina. Enquanto devorava cada uma das páginas, era tomada por lembranças da minha própria vida cuja trajetória, em um determinado momento, cruzou-se com a dele.</p>
<p>A minha história não é cheia de aventuras nem descobertas, nem mudou para sempre o rumo de tantas coisas. Não vivi inúmeras experiências que valessem tantas páginas escritas, nem viajei o mundo como ele o fez e o único homem notável que conheci até hoje foi o próprio DeRose. No entanto, o que escrevo ilustra a abrangência de uma obra que chegou até mim e na vida de milhares de pessoas pelo mundo afora graças ao poder de realização e força de vontade de um único homem.</p>
<p>Tento buscar na memória quando foi a primeira vez que o vi. A sensação é a de que nos conhecemos há muito tempo, mais do que minha idade poderia comportar. Sei que minha mãe abriu o seu primeiro Núcleo de Yôga em 1981, numa pequena cidade de origem italiana, no interior do Rio Grande do Sul, data em que eu contava com cinco anos de idade e minha irmã completava nove aninhos. Éramos pequenas e aquilo tudo que estava acontecendo ao nosso redor foi assimilado como brincadeira de criança: fácil e prazeroso.</p>
<p>Minha mãe, Cleyde, abraçou com entusiasmo aquela filosofia que florescia no início da década de 80, como fruto de um trabalho árduo do DeRose nos 20 anos anteriores. Antes disso, ele vivia apenas no Rio de Janeiro, onde gostaria de ter vivido de forma pacata, acompanhando o nascer e o pôr-do-sol da cidade maravilhosa. Porém, foram tantos os infortúnios que a única forma dele sobreviver ensinando o Yôga Antigo foi expandindo-o para outros Estados do país e, depois, para outros países. Foi nessa guinada que nos conhecemos.</p>
<p>Comecei a ouvir seus ensinamentos a partir de minha mãe que seguidamente, para me contar algo, citava o seu nome. Ela o chamava carinhosamente “De” e assim me referi a ele até entender que o que me ensinava era digno de um grande Mestre.</p>
<p>Entendi, desde cedo, conceitos básicos do Yôga tais como karma, egrégora, chakras, meditação, kundaliní e muitos outros dessa filosofia. Fui crescendo e aprendendo sobre o meu corpo como ninguém nunca havia me ensinado na Escola e aquilo era metabolizado por mim de forma tão biológica que nem percebia o quanto aprendia com isso.</p>
<p>Com seis anos de idade iniciei um Yôga para crianças, adaptado. Hoje é sabido que deve ser praticado somente na idade adulta. Naquele tempo, a garotada freqüentava as aulas. Tenho só boas lembranças da minha professora e do ambiente aconchegante. O Núcleo Vishnu foi instalado no último andar de um prédio no centro de Caxias do Sul, numa rua movimentada, seguindo os mesmos passos do DeRose que abrira sua primeira sala no 33° andar do mais alto edifico de Copacabana da época, idos de 1964. O lugar era inspirador e gostava muito de ficar na frente do fogão à lenha esperando o pinhão cozinhar ou a água chiar para o chimarrão, olhando para as inúmeras janelas que circundavam todo o andar. Lembro até de ir conhecer a sala vazia com a minha mãe, antes mesmo de ela se instalar por lá.</p>
<p>Em um único ambiente ficava a secretaria, o fogão à lenha, uma rede, um tapete no chão e várias almofadas para os alunos ficarem jogados, literalmente. Não é difícil constatar que a decoração era precária e os resquícios dos anos 70s era visível. Na sala de prática, um enorme painel ao fundo com a paisagem de um caminho circundado por árvores outonais (muito parecido com a imagem de capa do livro que me inspirou escrever esse texto); nas paredes laterais, janelas e cortinas; na frente da sala, espelhos e, no chão, um carpete alto, verde, para dar a idéia de que estávamos realmente em meio a um bosque.</p>
<p>Adorava a aula e lembro risonhamente de que como era engraçado e divertido fazer os ásanas, as técnicas corporais do Yôga, em especial o simhásana, que para mim assemelhava-se a fazer caretas. Tenho uma vaga lembrança dos respiratórios e do início da prática. Depois, deitávamos para uma gostosa descontração, cuja vivência nos conduzia a diversas sensações. Minha querida professora, em uma determinada aula, utilizou como metáfora a imagem de uma maçã que saborosamente era degustada por nós. O engraçado é que fui além da imaginação e passei a mastigar, lentamente, o ar!</p>
<p>Acompanhei as mudanças rápidas da Uni-Yôga, organização criada em 1975. Esta instituição passou a congregar dezenas de escolas de Yôga espalhadas pelo Brasil e logo percebeu que as escolas deveriam ser instaladas em casas e não mais em salas comerciais, muito menos em coberturas! Acredito que todos aqueles que contribuíram para que o DeRose desistisse de lecionar ajudaram-no a criar raízes fortes e a mudar o rumo das coisas, sempre que fosse preciso.</p>
<p>Minha mãe tinha fechado o Núcleo no final dos anos 80 porque a visitação era insuficiente para mantê-lo aberto. Em meados dos anos 90 abriu outro espaço, agora numa casa muito bem decorada, na mesma rua em que abrira o anterior, porém em outro bairro. Também lá fiz aulas, agora já adolescente.</p>
<p>Naquele tempo, os cursos de Extensão Universitária para revisão e aprofundamento da matéria eram organizados num final de semana inteiro. Começava sábado pela manhã e terminava na segunda-feira com o Colóquio sobre Formação Profissional. Participei de uma dessas maratonas, por ocasião da vinda do DeRose a Caxias. Sentei numa cadeira mais ao fundo e mergulhei para dentro de cada uma das palavras que ele proferia. A voz era grave, forte e o que dizia era tão claro que a minha atenção não desviava dele em nenhum momento. Foi quando, pela primeira vez, pensei em ensinar o que ele ensinava.</p>
<p>Anos depois, minha irmã Janaína tornou-se também instrutora de SwáSthya e passou a dirigir a Escola que antes havia sido de minha mãe. Hoje, é minha aluna e segue outra profissão.</p>
<p>Passada mais uma década, em 2001, já adulta e morando em Porto Alegre, fui convidada a dirigir uma escola de Yôga, a Unidade Rio Branco, muito pelo incentivo que o DeRose me deu, pois sempre dizia que teria sucesso. Quase não tive obstáculos comparados à história de vida dele. Estudava letras e sonhava em ser escritora. Meu pai me apoiou integralmente e abandonei tudo para me dedicar ao novo trabalho. Ao final do primeiro mês contava com trinta alunos, as despesas pagas e com lucro! Depois de um tempo, compramos a escola e a casa. Estamos em expansão e sinto prazer ao acordar todos os dias e fazer o que mais gosto: ensinar aos outros a serem pessoas melhores, mais conscientes e mais lúcidas.</p>
<p>Em 2005, minha mãe, que foi o primeiro elo com todo esse universo, passou para outros planos. Guardo, com ternura, sua lembrança na minha vida. Ela deixou um nobre legado, uma semente do SwáSthya que ainda germina na minha cidade Natal, a expansão dessa Cultura por mim em Porto Alegre, grandes amizades e um ideal de vida.</p>
<p>Lendo o livro, pude rever o quanto a minha profissão é possível graças trabalho do incansável DeRose. Posso dizer até, sem exageros, mas com uma pontada de tristeza, que a história dele amenizou os infortúnios que eu poderia ter vivido. Por isso, enquanto ele precisou ser forte, eu só preciso agradecer a ele, todos os dias, por ter desbravado o caminho que hoje trilhamos.</p>
<p><strong>Naiana Ramos Alberti</strong>, Presidente da Federação de Yôga do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Para ler mais textos como este, acesse o <a title="Livre Pensar do Yôga" href="http://www.livrepensardoyoga.com" target="_blank">Livre Pensar do Yôga</a>.</p>
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