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	<title>Ética e filosofia no dia a dia &#187; SwáSthya</title>
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	<description>O blog do Claus Haas</description>
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		<title>Yôganidrá, a arte de descontrair</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 03:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôganidrá]]></category>
		<category><![CDATA[descontração]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[A princípio, com a quantidade de veículos de comunicação existentes atualmente, é impossível não ser bem informado. Qualquer pessoa de padrão cultural mediano tem acesso a informações de diversas formas. Através da mídia impressa, televisiva, e com muita praticidade, a mídia online. Se deseja saber algo, basta &#8220;perguntar para o Google&#8221;. Este é justamente o [...]
Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A princípio, com a quantidade de veículos de comunicação existentes atualmente, é impossível não ser bem informado. Qualquer pessoa de padrão cultural mediano tem acesso a informações de diversas formas. Através da mídia impressa, televisiva, e com muita praticidade, a mídia online. Se deseja saber algo, basta &#8220;perguntar para o Google&#8221;. Este é justamente o problema, será que toda esta montanha de informação disponível é verdadeira? Foi confirmada? Ou foi inventada?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fala sobre a prática do Yôga muitas pessoas tem o paradigma de que Yôga é algum tipo de relaxamento. O pior é que não tem nada a ver. Yôga, desde os primórdios, é uma filosofia prática voltada para a evolução pessoal, para pessoas jovens, dinâmicas e saudáveis. Dizer que Yôga é relaxamento chega a ser um insulto aos adeptos desta filosofia milenar, já que poderia significar que os praticantes desta modalidade são pessoas relaxadas, não há nada pior que isso para alguém que prima pela estética, bom senso, bom relacionamento, qualidade de vida, bem estar. Relaxado é aquele que não da atenção para nada, nem a si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal confusão provavelmente partiu de uma das técnicas que compõem a prática do Yôga. O yôganidrá é facilmente confundido com um relaxamento pelos leigos. Na realidade, relaxar o corpo, ou seja, desfazer tensões físicas de todo o corpo é apenas uma das partes desta técnica de descontração denominada yôganidrá. Se limita ao ato de descontrair músculos, nervos, órgãos internos, tendões, ligamentos, ossos, enfim, todo o corpo. Acontece que o yôganidrá vai muito além disto, induzindo a descontração neurológica, emocional e mental, até se atingir um profundo estado de descontração física e psíquica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática ortodoxa do Yôga Antigo, o yôganidrá atua como forma de assimilar e concretizar todos os efeitos e transformações gerados pela seqüência de técnicas anteriores, assim como preparação para o treinamento de meditação, que vem logo a seguir. É também um meio para se libertar de todas as amarras, paradigmas, pré-conceitos, tensões, pré-ocupações, para mergulhar em si mesmo. Desligar-se de tudo e de todos. De tal forma que se possa até mesmo deixar de vivenciar a passagem do tempo objetivo. A duração de um bom yôganidrá é completamente subjetiva. Neste estado de profunda descontração, de total descontração, se vivencia o ser. Apenas isto, sem mais nem menos. Se vivencia a grandiosidade, a amplitude, a magnitude, do ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Levado para o dia-a-dia, o yôganidrá representa uma rotina com mais serenidade e descontração, sem altos e baixos, pautada na satisfação, bem estar e contentamento, extraídos de cada instante vivido. É uma reprogramação para uma vida mais plena de alegria e realizações.</p>
<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O Poder Da Mente</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
				<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[evolução pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[SwáSthya]]></category>
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		<description><![CDATA[A física quântica surgiu a partir da necessidade de se fundir teorias que explicam o universo. Teorias que explicavam o relacionamento entre os astros do universo não se aplicavam ao travar contato com partículas subatômicas. Esta nova ciência tem o intuito de descobrir uma teoria que explique o todo, micro &#8211; e macroscopicamente. Que se [...]
Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">A física quântica surgiu a partir da necessidade de se fundir teorias que explicam o universo. Teorias que explicavam o relacionamento entre os astros do universo não se aplicavam ao travar contato com partículas subatômicas. Esta nova ciência tem o intuito de descobrir uma teoria que explique o todo, micro &#8211; e macroscopicamente. Que se faça valer tanto na escala dos planetas e galáxias, como na dos prótons e elétrons.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Engraçado é que a física quântica acabou por se transformar em uma ciência não tão exata. Cujos resultados são alterados de acordo com a observação. Estes cientistas passaram então a travar contato com conceitos antes não abarcados pela ciência, como o conceito de consciência. De diversos graus de consciência. A possibilidade da existência de outros universos. O poder que a mente têm sobre a matéria. Enfim, as possibilidades tornaram-se infinitas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Já existem muitos livros bem acessíveis para os leigos neste assunto. Basta visitar uma boa livraria para encontrar diversos volumes sobre o assunto.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Mas agora vamos nos concentrar em um assunto bem específico. Um cientista japonês demonstrou, através de cristais de gelo, a forma como os pensamentos influenciam a forma dos mesmos. Quando se projetaram pensamentos mais densos, como ódio, sobre os recipientes de água, os cristais adquiriram formas disformes, aparentemente deformados. Já ao se projetarem pensamentos mais sutis, como amor, os cristais tinham formas simétricas e perfeitas, lindos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Em outra experiência, vários personagens considerados como grandes mentes foram reunidos em volta de uma caixa preta que continha um recipiente de água com pH neutro. Um recipiente lacrado. A proposta foi de que, através da força do pensamento, estas pessoas aumentassem o pH da água lacrada dentro da caixa preta. Interessante é que o experimento resultou em sucesso em todas as vezes que foi feito.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Isto prova que nossa mente tem a capacidade de influenciar ativamente a criação e a transformação do universo. Mas mais incrível é chegar à conclusão de que através do poder da mente, pode-se criar o que quiser. Então basta desejar, e o universo nos servirá com um prato cheio do bom e do melhor.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Bem, a verdade não é exatamente esta. Em nossa sociedade somos educados para acreditarmos que somos o que pensamos. Ou que somos apenas diversos compostos químicos funcionando de forma conjunta a partir de diversos estímulos elétricos. Que horror, diga-se de passagem. O resultado disto é que todos são estimulados para utilizar apenas o processo racional e analítico da mente. Ou seja, a mente quer apenas novidades, dispersões, alimentos para que continue funcionando da forma incontrolada como a conhecemos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Não adianta nada querer receber umas dezenas de barras de ouro, se nos instantes seguintes, já se criam todos os empecilhos necessários para que isto não aconteça. E tudo isto ainda está dentro da sua cabeça. Urge a necessidade de se educar a mente. Devemos conduzi-la, e não nos deixar conduzir como quando se leva um grande cachorro não adestrado para passear.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">O Yôga Antigo, através de um sem número de técnicas distribuídas em oito feixes, tem como objetivo conduzir o praticante a um estado de híperconsciência, de megalucidez. Isto significa ultrapassar a instabilidade constante da mente, e ainda mais, torna-la uma ferramenta de evolução pessoal.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Interessante é que muitos conceitos teorizados pela física quântica são abordados de forma prática no Yôga. A mente passa a ser treinada para que se consiga manter o foco em apenas um pensamente, ou onda mental. A tal ponto que este treinamento produza o efeito de saturação mental, que culmina no acesso a níveis de consciência mais expandidos. Por outro lado, técnicas de mentalização passam a ser amplamente utilizadas para se criar diversos moldes mentais. Como fôrmas, que definem diversos aspectos da prática, tanto interna – quanto externamente.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Através de uma filosofia prática como o SwáSthya Yôga, é possível vivenciar efetivamente tais fenômenos associados ao poder da mente, e não apenas ficar restrito a teorização sobre eles.</span></p>
<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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