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	<title>Ética e filosofia no dia a dia &#187; técnicas</title>
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	<description>O blog do Claus Haas</description>
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		<title>Por que fugir da realidade?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 00:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Engraçado como encontro pessoas que querem fugir da realidade. Tenho a impressão de que estas pessoas, no fundo, estão insatisfeitas com a vida que levam. Talvez não gostem da sua profissão, ou estão frustradas com a vida afetiva, ou com qualquer outro aspecto de suas vidas. A melhor solução para isso é mudar. Mudar de [...]
Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Engraçado como encontro pessoas que querem fugir da realidade. Tenho a impressão de que estas pessoas, no fundo, estão insatisfeitas com a vida que levam. Talvez não gostem da sua profissão, ou estão frustradas com a vida afetiva, ou com qualquer outro aspecto de suas vidas. A melhor solução para isso é mudar. Mudar de carreira, mudar de empresa, de marido ou namorado, simplesmente mudar até encontrar satisfação no que faz, até se realizar. Mas com medo de mudar, estas pessoas preferem ignorar a realidade, e partem em busca de algo que as ajude nesse sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pensam que vão encontrar essa fuga da realidade em filosofias de autoconhecimento. Divagam sobre técnicas respiratórias e de meditação que fazem a pessoa acalmar e relaxar, sem nunca terem experimentado tais técnicas, ou ao menos conversado com um bom profissional do ramo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há como estar mais errado. Autoconhecimento é ir de encontro a realidade, por mais chata e enfadonha que ela possa ser. Mas é justamente por perceber isso que adquirimos as ferramentas e a coragem de transformar o que não nos satisfaz. E numa segunda etapa, extrair prazer, satisfação e realização pessoal de tudo que se faz.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto pena destas pessoas, que só querem fugir.</p>
<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Yôganidrá, a arte de descontrair</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 03:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôganidrá]]></category>
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		<description><![CDATA[A princípio, com a quantidade de veículos de comunicação existentes atualmente, é impossível não ser bem informado. Qualquer pessoa de padrão cultural mediano tem acesso a informações de diversas formas. Através da mídia impressa, televisiva, e com muita praticidade, a mídia online. Se deseja saber algo, basta &#8220;perguntar para o Google&#8221;. Este é justamente o [...]
Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A princípio, com a quantidade de veículos de comunicação existentes atualmente, é impossível não ser bem informado. Qualquer pessoa de padrão cultural mediano tem acesso a informações de diversas formas. Através da mídia impressa, televisiva, e com muita praticidade, a mídia online. Se deseja saber algo, basta &#8220;perguntar para o Google&#8221;. Este é justamente o problema, será que toda esta montanha de informação disponível é verdadeira? Foi confirmada? Ou foi inventada?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fala sobre a prática do Yôga muitas pessoas tem o paradigma de que Yôga é algum tipo de relaxamento. O pior é que não tem nada a ver. Yôga, desde os primórdios, é uma filosofia prática voltada para a evolução pessoal, para pessoas jovens, dinâmicas e saudáveis. Dizer que Yôga é relaxamento chega a ser um insulto aos adeptos desta filosofia milenar, já que poderia significar que os praticantes desta modalidade são pessoas relaxadas, não há nada pior que isso para alguém que prima pela estética, bom senso, bom relacionamento, qualidade de vida, bem estar. Relaxado é aquele que não da atenção para nada, nem a si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal confusão provavelmente partiu de uma das técnicas que compõem a prática do Yôga. O yôganidrá é facilmente confundido com um relaxamento pelos leigos. Na realidade, relaxar o corpo, ou seja, desfazer tensões físicas de todo o corpo é apenas uma das partes desta técnica de descontração denominada yôganidrá. Se limita ao ato de descontrair músculos, nervos, órgãos internos, tendões, ligamentos, ossos, enfim, todo o corpo. Acontece que o yôganidrá vai muito além disto, induzindo a descontração neurológica, emocional e mental, até se atingir um profundo estado de descontração física e psíquica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática ortodoxa do Yôga Antigo, o yôganidrá atua como forma de assimilar e concretizar todos os efeitos e transformações gerados pela seqüência de técnicas anteriores, assim como preparação para o treinamento de meditação, que vem logo a seguir. É também um meio para se libertar de todas as amarras, paradigmas, pré-conceitos, tensões, pré-ocupações, para mergulhar em si mesmo. Desligar-se de tudo e de todos. De tal forma que se possa até mesmo deixar de vivenciar a passagem do tempo objetivo. A duração de um bom yôganidrá é completamente subjetiva. Neste estado de profunda descontração, de total descontração, se vivencia o ser. Apenas isto, sem mais nem menos. Se vivencia a grandiosidade, a amplitude, a magnitude, do ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Levado para o dia-a-dia, o yôganidrá representa uma rotina com mais serenidade e descontração, sem altos e baixos, pautada na satisfação, bem estar e contentamento, extraídos de cada instante vivido. É uma reprogramação para uma vida mais plena de alegria e realizações.</p>
<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Vamos meditar um pouco?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 05:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
				<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[Ultimamente somos bombardeados, dos primeiros instantes do dia até os minutos antes de adormecer, com centenas de milhares de estímulos diferentes. Há quem diga que em um jornal diário encontram-se mais informações do que uma pessoa assimilava durante toda a vida há algumas décadas. Este excesso de informação gera uma intensa dispersão mental. A todo [...]
Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_5p38jDVz5cg/R_xJnLLZuKI/AAAAAAAAAB0/PynjFDw7MAo/s1600-h/sb10066841e-001.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187101808188307618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="sb10066841e 001 Vamos meditar um pouco?" src="http://4.bp.blogspot.com/_5p38jDVz5cg/R_xJnLLZuKI/AAAAAAAAAB0/PynjFDw7MAo/s200/sb10066841e-001.jpg" border="0" title="Vamos meditar um pouco?" /></a><span style="font-family:trebuchet ms;">Ultimamente somos bombardeados, dos primeiros instantes do dia até os minutos antes de adormecer, com centenas de milhares de estímulos diferentes. Há quem diga que em um jornal diário encontram-se mais informações do que uma pessoa assimilava durante toda a vida há algumas décadas.</span><span style="font-family:trebuchet ms;"></div>
<div align="justify">Este excesso de informação gera uma intensa dispersão mental. A todo momento, nossa mente deriva para alguma novidade. Isto promove, inegavelmente, stress. A tal ponto que dezenas de patologias sejam associadas a ele e a falta de se “desligar” um pouco. Não um desligar no sentido de dormir ou apagar. Mas se desligar deste turbilhão de estímulos variados. Se abstrair de todas estas dispersões.</div>
<div align="justify">Se damos atenção para tudo o que vem de fora, para todos estímulos externos, nos esquecemos do que realmente somos. Deixamos de nos perceber a nós mesmos para se observar com a ótica e o julgamento daqueles que nos observam. A conseqüência disto é a perda da auto-estima e todos efeitos que advém desta perda, chegando até o ponto de se transformar em uma depressão.</div>
<div align="justify">Para combater isto há milhares de pessoas que utilizam técnicas de meditação. Na verdade, intuição linear é a melhor definição para esta técnica. Meditar, como técnica, significa parar de pensar. É a parada das ondas mentais, ou instabilidades mentais. E quando param, há vazão para o aflorar de um estado de consciência mais sutil e mais amplo, a intuição linear, a meditação.</div>
<div align="justify">No estado de consciência da meditação o conhecimento flui de dentro para fora. E não o contrário, como estamos acostumados. Um conhecimento puro, que não necessita de análises ou confirmações, já que não resulta de algo prévio. Não é a toa que altos executivos utilizam estas técnicas para definir o rumo de suas empresas. Por que procurar fora o que já está guardado dentro? Basta olhar, basta observar.</div>
<div align="justify">Enfim, para que a meditação flua mais facilmente, ter um corpo forte, saudável e resistente faz grande diferença. Sem isso, usar a técnica da meditação seria como fortalecer a musculatura de um braço e abandonar o restante do corpo. Através das técnicas do Yôga Antigo, este fortalecimento é facilmente conquistado. Inclusive, os oito feixes de técnicas que fazem parte de sua prática ortodoxa se encerram justamente coroados pela meditação!</span></div>
<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O Poder Da Mente</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claus Haas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A física quântica surgiu a partir da necessidade de se fundir teorias que explicam o universo. Teorias que explicavam o relacionamento entre os astros do universo não se aplicavam ao travar contato com partículas subatômicas. Esta nova ciência tem o intuito de descobrir uma teoria que explique o todo, micro &#8211; e macroscopicamente. Que se [...]
Sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">A física quântica surgiu a partir da necessidade de se fundir teorias que explicam o universo. Teorias que explicavam o relacionamento entre os astros do universo não se aplicavam ao travar contato com partículas subatômicas. Esta nova ciência tem o intuito de descobrir uma teoria que explique o todo, micro &#8211; e macroscopicamente. Que se faça valer tanto na escala dos planetas e galáxias, como na dos prótons e elétrons.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Engraçado é que a física quântica acabou por se transformar em uma ciência não tão exata. Cujos resultados são alterados de acordo com a observação. Estes cientistas passaram então a travar contato com conceitos antes não abarcados pela ciência, como o conceito de consciência. De diversos graus de consciência. A possibilidade da existência de outros universos. O poder que a mente têm sobre a matéria. Enfim, as possibilidades tornaram-se infinitas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Já existem muitos livros bem acessíveis para os leigos neste assunto. Basta visitar uma boa livraria para encontrar diversos volumes sobre o assunto.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Mas agora vamos nos concentrar em um assunto bem específico. Um cientista japonês demonstrou, através de cristais de gelo, a forma como os pensamentos influenciam a forma dos mesmos. Quando se projetaram pensamentos mais densos, como ódio, sobre os recipientes de água, os cristais adquiriram formas disformes, aparentemente deformados. Já ao se projetarem pensamentos mais sutis, como amor, os cristais tinham formas simétricas e perfeitas, lindos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Em outra experiência, vários personagens considerados como grandes mentes foram reunidos em volta de uma caixa preta que continha um recipiente de água com pH neutro. Um recipiente lacrado. A proposta foi de que, através da força do pensamento, estas pessoas aumentassem o pH da água lacrada dentro da caixa preta. Interessante é que o experimento resultou em sucesso em todas as vezes que foi feito.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Isto prova que nossa mente tem a capacidade de influenciar ativamente a criação e a transformação do universo. Mas mais incrível é chegar à conclusão de que através do poder da mente, pode-se criar o que quiser. Então basta desejar, e o universo nos servirá com um prato cheio do bom e do melhor.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Bem, a verdade não é exatamente esta. Em nossa sociedade somos educados para acreditarmos que somos o que pensamos. Ou que somos apenas diversos compostos químicos funcionando de forma conjunta a partir de diversos estímulos elétricos. Que horror, diga-se de passagem. O resultado disto é que todos são estimulados para utilizar apenas o processo racional e analítico da mente. Ou seja, a mente quer apenas novidades, dispersões, alimentos para que continue funcionando da forma incontrolada como a conhecemos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Não adianta nada querer receber umas dezenas de barras de ouro, se nos instantes seguintes, já se criam todos os empecilhos necessários para que isto não aconteça. E tudo isto ainda está dentro da sua cabeça. Urge a necessidade de se educar a mente. Devemos conduzi-la, e não nos deixar conduzir como quando se leva um grande cachorro não adestrado para passear.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">O Yôga Antigo, através de um sem número de técnicas distribuídas em oito feixes, tem como objetivo conduzir o praticante a um estado de híperconsciência, de megalucidez. Isto significa ultrapassar a instabilidade constante da mente, e ainda mais, torna-la uma ferramenta de evolução pessoal.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Interessante é que muitos conceitos teorizados pela física quântica são abordados de forma prática no Yôga. A mente passa a ser treinada para que se consiga manter o foco em apenas um pensamente, ou onda mental. A tal ponto que este treinamento produza o efeito de saturação mental, que culmina no acesso a níveis de consciência mais expandidos. Por outro lado, técnicas de mentalização passam a ser amplamente utilizadas para se criar diversos moldes mentais. Como fôrmas, que definem diversos aspectos da prática, tanto interna – quanto externamente.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Através de uma filosofia prática como o SwáSthya Yôga, é possível vivenciar efetivamente tais fenômenos associados ao poder da mente, e não apenas ficar restrito a teorização sobre eles.</span></p>
<p>Sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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